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Investigadores Responsáveis
Sílvia Portugal e Tiago Pires Marques,
Resumo
Esta iniciativa pretende estimular a formação de uma nova consciência sobre a dignidade e os direitos das pessoas com experiência de doença mental. As nossas ações de sensibilização partem das experiências pessoais de um pequeno grupo de militantes com contacto prolongado com as instituições psiquiátricas, bem como da reflexão de investigadores/as do CES trabalhando nesta área. Cada sessão contará com testemunhos de (con)vivência com a doença mental, através dos quais se procurará transmitir algumas ideias fortes: 
  • as doenças ou diagnósticos são etiquetas em permanente transformação e não captam a humanidade complexa e única de cada pessoa;
  • o estigma da doença mental baseia-se em representações, na maior parte das vezes falsas, e está profundamente enraizado na nossa linguagem comum sem que disso tenhamos consciência;
  • é um imperativo ético e uma mais-valia cultural saber reconhecer os contributos sociais e culturais de pessoas com diferenças psíquicas vincadas (que têm, por vezes, diagnósticos psiquiátricos);
  • o sofrimento e a doença mental são também produto das condições sociais; trata-se por isso de uma questão de cidadania envolvendo uma responsabilização coletiva
À apresentação seguir-se-á um tempo para perguntas e respostas. 
Observação
  1. Nível de ensino preferencial: 10º ao 12º ano
  2. Area: Preferencialmente no distrito de Lisboa
Outras observações:
Nas suas sessões, o grupo terá sempre o cuidado de aplicar três princípios básicos:
1 – Não causar alarme: a vastíssima maioria das experiências de sofrimento psíquico, que sabemos afetar hoje muitos jovens, são experiências relativamente comuns que, ainda que devam ser levadas muito a sério, não devem ser confundidas com o tema da sessão;
2 – Proteção dos militantes intervenientes: nas apresentações e nas perguntas-
respostas os oradores estabelecem os limites daquilo que pretendem transmitir, de modo a proteger a sua vida privada e a sua integridade psíquica;
3 – Enunciação da posição a partir da qual é feita a intervenção: não somos profissionais da saúde mental; trata-se estritamente de uma ação de sensibilização para os direitos de pessoas com experiência de doença mental e de combate ao estigma
 
Investigadores Responsáveis
Albert Farré Ventura, Inês Nascimento Rodrigues, Miguel Cardina, Vasco Martins e Verónica Ferreira,
Resumo
O objetivo da presente proposta é levar os alunos a pensar a guerra colonial/guerras de libertação enquanto eventos históricos que produziram memórias cruzadas em Portugal, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe, através da exploração de diversas inscrições memoriais, i.e., a dimensão pública, privadas e comunitárias da memória nos diferentes contextos nacionais. Explorar essas memórias permite-nos compreender as diversas maneiras de lembrar e esquecer a Guerra Colonial, tendo a dimensão comparativa o papel de pôr em evidência os silêncios associados à memória pública da violência colonial em Portugal. Da mesma forma, ajuda-nos a compreender o papel da memória das lutas/guerras de libertação na construção de uma narrativa nacional pós-colonial.
Recorremos ao visionamento de materiais audiovisuais, o objetivo da sessão é discutir a produção de memórias de guerra na antiga potência colonial, nos territórios onde esta se desenrolou e noutros onde, não tendo existindo luta armada, o idioma anticolonial adquiriu centralidade.
Ao incitar a reflexão e o debate sobre o papel da memória histórica no presente, o projeto pretende trazer a memória da guerra para o léxico da sala de aula através de uma perspetiva complementar àquela enquadrada pelo ensino da História.
-Atividade proposta no âmbito do projeto “CROME – Crossed Memories, Politics of Silence. The Colonial and Liberation Wars in Postcolonial Times”, financiado pelo Conselho Europeu de Investigação (European Research Council) (2017-2022).
 
Observação
  1. Níveis de ensino preferenciais: 10º ao 12.º ano.
  2. Necessidade de projetor multimédia e colunas de som.
  3. Disponibilidade a partir de fevereiro de 2018.
Nota: antevê-se a possibilidade de dividir a sessão em duas, caso se considere mais adequado fazer uma apresentação que incida na perspetiva portuguesa, estabelecendo comparações com os outros casos sempre que necessário, e outra dê maior ênfase às perspetivas dos países africanos em questão, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe
Investigadores Responsáveis
Maria Paula Meneses e Marisa Gonçalves,
Resumo
Esta oficina propõe dar a conhecer aos jovens portugueses experiências de vida silenciadas, provenientes de espaços colonizados anteriormente por Portugal (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Timor-Leste). Estas histórias são reveladoras da violência exercida pelo sistema colonial Português e dos seus impactos de longa-duração e que estão ausentes em grande parte da narrativa sobre o colonialismo em Portugal. Serão apresentadas histórias na 1ª pessoa a partir de reportagens, obras de expressão artística (literatura, filmes, música) de uma geração mais velha que viveu o colonialismo, mas também das gerações jovens destes países e das suas vivências nos países independentes, que de alguma forma refletem os impactos do colonialismo mas que revelam novas dinâmicas locais e perspetivas sobre o futuro. Nas oficinas será dada oportunidade aos estudantes para conhecerem estas histórias e, em conjunto, refletirem a partir destes outros olhares sobre esta parte da história de Portugal que permanece pouco conhecida.
Observação
Níveis de ensino preferenciais: 7º ao 9º ano / e 10º ao 12º ano
Investigadores Responsáveis
Carolina Ferreira e Gonçalo Canto Moniz,
Resumo
Aprender com os Espaços pretende levar os alunos e as alunas das escolas a refletirem sobre as qualidades espaciais do complexo escolar que habitam diariamente. Para isso, propomos numa primeira fase, a representação em planta das suas vivências diárias tanto na escola como fora dela. Posteriormente, o grupo será convidado a apresentar criticamente a sua escola e refletirem em conjunto com os investigadores sobre as possibilidades educativas dos espaços.
As espacialidades educativas têm vindo a mudar e a exigir a sua compreensão no sentido de se trabalhar numa reforma eficaz da educação em Portugal. Além disso, esta área encontra-se há muito estagnada em modelos antigos que limitam a diversidade e a abrangência das experiências educativas das comunidades. Por este motivo, esta ação tem como objetivo levar à escola a investigação que temos vindo a realizar no projeto BREAK(ING)WALLS, Outros Lugares Educativos: Cartografia da vida e da Aprendizagem (que integra investigadores da Arquitetura, Ciências da Educação, Sociologia e Geografia) e nos Ateliers de projeto do Departamento de Arquitetura da FCTUC.
No final, esperamos que os alunos consigam reconhecer as potencialidades educativas dos espaços que habitam e que se sintam parte ativa no processo de renovação das escolas em Portugal.
Observação
  1. Níveis de ensino preferenciais: A sessão destina-se a todos os alunos de qualquer faixa etária.
  2. As sessões são planeadas para grupos que, podendo ser menores, não deverão exceder os 25/30 alunos.
  3. Escolas Preferenciais: Coimbra, Aveiro, Leiria, Viseu, Guarda e Castelo Branco
 
Investigadores Responsáveis
Bruno Sena Martins,
Resumo
A presente proposta de comunicação tomará como ponto de partida a exibição de um filme documentário de 50 minutos realizado pelo dinamizador da sessão no âmbito do  projeto “Vidas Marcadas pela História: a Guerra Colonial Portuguesa e os Deficientes das Forças Armadas”; o filme é composto pelas experiências e testemunhos de ex-combatentes que adquiriram deficiência na Guerra Colonial Portuguesa.
A partir destes testemunhos pretende-se um olhar conflito de modo da abrir um debate sobre as duradouras marcas que deixou na sociedade portuguesa. Procuramos confrontar a contradição entre o “excesso de memória” destes ex-combatentes (na medida em que carregam as marcas biográficas, psicológicas e corpóreas da Guerra Colonial) o “excesso de memória” dos ex-combatentes (na medida em que carregam as marcas biográficas, psicológicas e corpóreas da Guerra Colonial) e o manifesto silêncio da sociedade portuguesa face a um tão significativo conflito.
A análise produzida procura cruzar um olhar atento sobre o legado da Guerra Colonial com a questão da inclusão social das pessoas com deficiência.
Observação
  1. Níveis de ensino: 7º ao 9º ano e 10º ao 12º ano.
  2. Necessidade de material para a projeção de filme (ligação a colunas de som e data show)
  3. Disponível só a partir de Dezembro de 2017
Investigadores Responsáveis
Luciana Moreira Silva,
Resumo
A Constituição da República Portuguesa proíbe, no seu artigo 13º, a discriminação com base na orientação sexual. Ainda assim, a discriminação dá muitas vezes lugar à violência, com consequências sérias como o bullying e o suicídio. Nesta sessão abordam-se questões relacionadas com orientação sexual e identidade de género, com base na Sociologia da Sexualidade e no Direito. Pretende-se refletir coletivamente acerca de mitos, factos e custos associados à discriminação e à violência sexual enquanto elementos que violam os direitos humanos de todas as pessoas. Questões para debate incluem: a) Como podem as sociedades contemporâneas preparar uma resposta mais eficaz face ao ódio e violência contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros? b) Qual o papel que cada um/a de nós deve desempenhar, e qual a nossa responsabilidade individual e coletiva? A sessão está organizada da seguinte forma: 1) Conceitos; 2) Direitos LGBT; 3) Discriminação com base na orientação sexual e na identidade de género; 4) Violência homofóbica/ transfóbica; 5) Ferramentas anti-discriminação.
Observação
A sessão está estruturada para 60 minutos, podendo ser reajustada para 90m, destinando-se preferencialmente a alunas/os entre o 10º e o 12º anos, ou nível universitário. Adequado a todas as áreas curriculares do ensino secundário, sem limite de participantes.
Investigadores Responsáveis
Teresa Maneca Lima,
Resumo
No atual contexto de crise e recessão económica o emprego precário e o desemprego adquirem um estatuto cativo na nossa sociedade. A sua gravidade não está apenas relacionada com os níveis de duração do desemprego, mas cada vez mais com o declínio da qualidade dos empregos disponíveis.
Em finais de 2014, apesar das taxas de desemprego terem apresentado um decréscimo, Portugal continuava a registar valores mais elevados do que a média da União Europeia. Este cenário apresenta duas tendências: um forte aumento do desemprego jovem e um peso cada vez maior do desemprego de longa duração, que o fraco crescimento económico parece não alterar.
Com a transição dos jovens da escola para o mundo do trabalho cada vez mais lenta e difícil, implicando diversos itinerários, descontinuidades e períodos de inatividade, a crise do emprego jovem não é mais uma mera evolução transitória relacionada com os ciclos económicos, mas uma tendência estrutural que compromete o futuro dos jovens e os empurra para estratégias de emigração forçada.
Neste cenário, importa dar a conhecer o contexto do emprego e desemprego em Portugal e que mudanças nas políticas económicas e de emprego importa implementar, que não agravem a insegurança quanto ao presente e ao futuro.
Observação
  1. Níveis de ensino: 10.º a 12.º anos
  2. Disponibilidade a partir de Janeiro de 2018
Investigadores Responsáveis
Filipa Lã,
Resumo
A voz humana é um dos instrumentos de comunicação mais fascinantes que o homem possui ao seu dispor. Com ela podemos não só transmitir ideias, como expressamos emoções, confidenciamos a nossa sexualidade, demonstramos o nosso temperamento e criamos arte. O que não sabemos é que a voz também revela um mundo oculto de saberes que se interligam e que, graças ao desenvolvimento tecnológico dos passados 30 anos, deixaram de ser do domínio apenas do auditivo para ser também do domínio do visual. Na produção de uma voz estão envolvidos desde fenómenos físicos, matemáticos, psicológicos, biológicos, bioquímicos, aerodinâmicos, alguns dos quais visíveis em tempo-real com o recurso a um computador portátil, microfone, software de espectrografia e de electrolaringografia, projetor, tela de projeção (ou superfície de projeção).
Este material será trazido para o local onde a atividade se realizará, de forma a que os alunos terão oportunidade de experimentar a sua voz, não só ouvindo-a como também observando-a em diferentes representações espectrográficas e de electrolaringografia. Esta visualização será feita a par com a aprendizagem de conceitos importantes da física (ex. frequências de ressonância, ondas estacionárias, reflexão do som), da matemática (ex. propagação de ondas), da biologia (ex. diferenças entre sexos também reveladas na forma como a voz é produzida, anatomia e fisiologia da laringe e do sistema respiratório), e de estratégias de prevenção de problemas vocais (exercícios práticos de aquecimento e relaxamento vocais, conselhos sobre cuidados a ter com a voz).
Esta ação tem como objetivos: (i) aprender diferentes conceitos de áreas de saber que à partida estariam distantes e que convergem nos fenómenos acústicos, fisiológicos e aerodinâmicos de produção vocal; (ii) levar à escola resultados de investigação sobre diferenças vocais entre sexos e respetivos impactos na saúde vocal, condições de trabalho e formas de comunicação; e (iii) sensibilizar os alunos para a importância da saúde vocal para o bem-estar geral do individuo.
Observação
10º ao 12º ano
Investigadores Responsáveis
Susana Costa,
Resumo
Nesta sessão pretende-se abordar as (in)visibilidades da investigação criminal, tornadas conhecidas na cena do crime pelos órgãos de Polícia Criminal e de que forma estas permitem a construção de prova em tribunal de primeira instância.
Nos estudos sociais da ciência a prova forense faz parte de um aparato que combina corpos, vestígios, tecnologias, práticas administrativas e práticas jurídicas. Os documentos produzidos pela polícia dependem não só do uso da tecnologia, mas, igualmente, das práticas jurídicas e sociais adotadas pelos primeiros agentes que se deslocam à cena do crime.
Deste modo, os documentos produzidos pela polícia medeiam o entendimento entre a cena do crime e o tribunal.
A polícia dá visibilidade a uma narrativa conferindo legitimidade e credibilidade à sua atuação. Contudo, lidando com objetos impuros, a sua atividade é suscetível de práticas improvisadas. A decisão de dar a “ver” certos aspetos da narrativa deixando outros invisíveis pode ter repercussões na robustez da prova que chega (se chega) a tribunal.
Inserido na minha investigação de pós doutoramento Configurações da Tecnologia de DNA no Sistema de justiça português: análise de casos judiciais e perspetiva dos juízes”, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e no projeto Exchange: Forensic Geneticists and the Transnational Exchange of DNA data in the European Union: Engaging Science with Social Control, Citizenship and Democracy (ERC Grant agreement No 648608).
Esta sessão pretende explorar três casos criminais procurando perceber de que forma a narrativa construída pela polícia, baseada no que é tornado visível e invisível, viaja da cena do crime até ao tribunal. 
 
Observação
Destinatários: alunos do 10º, 11º e 12º ano
Investigadores Responsáveis
Fernando Fontes,
Resumo
A perspetiva utilizada para entender a deficiência influencia determinantemente os direitos das pessoas com deficiência e consequentemente as suas vidas. Alicerçada numa determinada cultura e ideologia, a forma como a deficiência é entendida resulta de conceções socialmente aceites e reproduzidas (Oliver, 1990) onde se articulam as dinâmicas sociais e culturais que, nos diferentes contextos históricos e geográficos, marcam a vida das pessoas assim catalogadas.
Tendo por base a investigação desenvolvida no Centro de Estudos Sociais sobre as histórias de vida das pessoas com deficiência e os contextos da deficiência em Portugal, esta sessão visa sensibilizar os/as alunos/as para a problemática da deficiência, ajudando-os/as a questionar o modo como a deficiência é socialmente construída e a problematizar a exclusão social de que as pessoas com deficiência são alvo na sociedade Portuguesa. Mais especificamente, pretendemos identificar as representações sociais e culturais prevalecentes bem como as barreiras físicas, culturais e sociais que continuam a alimentar este fenómeno de exclusão social.
 
Observação
Alunos/as do 7º ao 12º ano
Investigadores Responsáveis
Susana Martins,
Resumo
Durante a Ditadura Militar e o Estado Novo, um grande número de homens e mulheres viu-se forçado a sair de Portugal para escapar à repressão. Na Europa, na América e em África formaram-se núcleos democratas com especificidades muito próprias, mercê das diferentes atitudes das sociedades de acolhimento, da amplitude desigual ou das discrepâncias do perfil social, profissional e político dos seus membros. Garantir a sobrevivência pessoal e familiar era o objetivo primordial comum a todos, mas não menos importante era para muitos o regresso à batalha política contra o regime.
Apesar das enormes dificuldades impostas pela dispersão geográfica e pelo inevitável distanciamento da realidade vivida no interior do país, no exílio desenharam-se planos de revolta, levaram-se a cabo ousadas iniciativas de grande impacto junto da comunidade internacional, debateram-se as estratégias de combate oposicionista e o realinhamento da sua agenda política, projetou-se, enfim, o futuro depois da queda da ditadura. 
Observação
  1. Níveis de ensino preferenciais: 10º-12º ano
  2. Sessões disponíveis preferencialmente para a região de Lisboa.
 
Investigadores Responsáveis
Marina Henriques,
Resumo
A proteção dos direitos fundamentais constitui um dos princípios básicos do direito da União Europeia. A Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia estabelece os direitos fundamentais que a União e os Estados-Membros devem respeitar aquando da aplicação do direito da União. Com a adoção do Tratado de Lisboa, em finais de 2009, a Carta dos Direitos Fundamentais passou a ter um valor jurídico vinculativo, congregando seis tipos específicos de direitos: dignidade, liberdades, igualdade, solidariedade, cidadania e justiça.
A Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia reveste-se de grande interesse não só para as instituições da UE, mas também para os cidadãos, graças ao seu papel no reforço do enquadramento dos direitos fundamentais no espaço europeu. Todavia, os direitos para serem efetivos carecem de ser conhecidos pelos cidadãos. Neste sentido, reconhecendo a importância de um espaço de reflexão em torno dos direitos fundamentais, esta sessão tem por objetivo sensibilizar os alunos para a importância dos direitos consagrados na Carta, mas sobretudo para os desafios que se colocam à sua efetiva implementação.  
Observação
  1. Níveis de ensino preferenciais: 10º ao 12º ano
  2. Até ao final de 2017, a disponibilidade para sessões será limitada, estando restrita a apenas uma sessão por mês.
 
Investigadores Responsáveis
Teresa Almeida Cravo,
Resumo
Esta sessão pretende debater com os/as estudantes o conflito armado sírio e o seu impacto nas relações internacionais. Na primeira parte analisaremos as características da região do Médio Oriente e Norte de África, para efeitos de contextualização; na segunda parte discutiremos de forma mais aprofundada a guerra na Síria, em termos de causas, atores, dinâmicas e impacto.
Observação
  1. Níveis de Ensino: Preferencialmente 10º-12º
  2. Disponibilidade apenas no segundo semestre: fevereiro-maio 2018
Ano/s da escolaridade dos alunos a que destina a sessão
Data e Hora para a sessão
Observações
[ concluir ]