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Tema
Investigadores Responsáveis
Ana Filipa Queirós, Filipe Santos, Helena Machado, Marta Martins, Rafaela Granja e Sara Matos,
Resumo
Objetivos de aprendizagem:
Conhecer as tendências atuais de utilização da genética em questões de criminalidade.
Compreender os desafios sociais, culturais, éticos e políticos desse fenómeno.
Estratégia pedagógico-científica:
Com recurso a materiais pedagógicos de índole diversa, os estudantes serão envolvidos na análise e discussão das seguintes situações práticas:
A. A tecnologia de DNA e sofisticadas bases de dados policiais são apresentadas como uma “máquina da verdade” em séries televisivas como o CSI. Que papel têm a genética na investigação criminal? Como é que os meios de comunicação social abordam casos criminais que envolveram a utilização de tecnologia genética? Como é que os estudiosos do crime consideram factores sociais e fatores genéticos na explicação do comportamento criminal?
B. A utilização da genética na investigação criminal suscita também desafios complexos à cidadania: que direitos humanos estão em causa? Como atingir o equilíbrio entre a proteção e segurança da sociedade e o potencial de discriminação genética?
C. Como é que na União Europeia  se organiza a partilha de informação genética entre países, com o propósito de combater a criminalidade? Que riscos e desafios daí advêm? Que cenários se desenham para o futuro?
Metodologia de ensino: A equipa organizará sessões que combinam uma componente expositiva com debates e análise de materiais audiovisuais, em pequeno e grande grupo.
Observação
- Materiais: projector multimedia.
- níveis de ensino preferenciais: 10º ao 12º ano.
- outras observações:
Atividade disponível para escolas secundárias do distrito de Braga.
Atividade proposta no âmbito do projeto “EXCHANGE - Forensic geneticists and the transnational exchange of DNA data in the EU: Engaging science with social control, citizenship and democracy”, financiado pelo Conselho Europeu de Investigação (European Research Council) (2015-2020).
Investigadores Responsáveis
Fabrice Schurmans, Júlia Garraio e Tramor Quemeneur,
Resumo
O projeto de investigação ERC Memoirs (investigadora coordenadora: Doutora Margarida Calafate Ribeiro) estuda as pós-memórias do fim do período colonial em três países (Portugal, Bélgica e França). Durante o ano de 2017, a equipa de investigação estudará as presenças e permanências do fim do período colonial na banda desenhada dos três países. No âmbito do CES vai à escola, pretendemos dar a conhecer algumas das bandas desenhadas mais importantes nesta perspetiva, nomeadamente Vampiros (2016, Filipe Melo, Juan Cavia), Carnets d’Orient (Cadernos do Oriente) (Jacques Ferrandez, 1989-1995 e 2002-2009) e Les Jours heureux (Os Dias Felizes) (Warnauts e Raives, 2015 - 2016). As sessões têm por objetivo apresentar as características formais destes volumes e discutir a maneira como representam o fim do período colonial (nomeadamente as guerras no caso português e no caso francês). A equipa pretende igualmente mostrar como a banda desenhada contemporânea tem conseguido lidar com questões tão complexas como o colonialismo, a representação da violência e a transmissão intergeracional das memórias coloniais. 
Observação
Nível de ensino preferencial: 10-12º ano
Nota: a partir do primeiro semestre 2017
Investigadores Responsáveis
Ana Fantasia e Pedro Pereira Leite,
Resumo
A partir do olhar do sul, com base na experiencia do projeto “Árvores das memórias” e das atividades de educação para o desenvolvimento da ONGD “Vida”, propomos um momento de encontro para reconhecimento da ecologia saberes e dos fazeres no mundo e um espaço para posicionamento de cada participante.
A partir da constituição de círculos de memória e através do método do sociodrama, propomos um trabalho sobre a reificação da memória e produção de inovação social. A sessão procura facilitar a criação de um momento de aprendizagem a partir das experiencias das comunidades do sul. Olharemos para as suas formas de ocupação do espaço, a organização da vida comunitária, a organização do trabalho e os diferentes tempos da vida. A abordagem dos problemas da água, da floresta, do acesso à saúde e educação, do exercício do mutualismo como um exercício do reconhecimento da diversidade dos saberes, servem de catalisadores do debate sobre a relação da sociedade com a economia e o ambiente, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
A partir do que cada grupo pensa sobre o sul propomos uma experiência olhar sobre o reconhecimento da diferença. O reconhecimento da diferença é um pretexto para trabalhar sobre os diferentes processos que estão presentes no grupo.
Cada elemento do grupo é convidado a reconhecer a diferença como um exercício de reconhecimento de si e do seu papel no grupo. Procura-se que no final do trabalho o grupo se reconheça como um conjunto de atores com capacidade de ação e transformação, com capacidade de reconhecimento e resolução dos seus conflitos. 
Observação
-níveis de ensino preferenciais
a acção aplica-se a qualquer ciclo de escolaridade, sendo feitos os ajustamento necessário em função da maturidade do grupo.
Investigadores Responsáveis
Carolina Ferreira e Gonçalo Canto Moniz,
Resumo
"Aprender com os Espaços" pretende levar os alunos e as alunas das
escolas secundárias a reflectir sobre as qualidades espaciais do
complexo escolar que habitam diariamente. Esta actividade será
organizada através de uma visita aos espaços da escola onde se irá
confrontar as propostas realizadas pelos arquitectos com a vivência
dos estudantes, identificando as relações entre o projecto de
arquitectura, o projecto pedagógico e as práticas sociais. No caso das
escolas recentemente intervencionadas pela empresa Parque Escolar SA,
pretende-se também reflectir sobre o processo de transformação dos
espaços e das vivências, comparando a antiga escola com a nova.
Esta acção tem como objectivo levar à escola a investigação que temos
vindo a realizar no projecto Espaço de Aprendizagem: Construção e
Transformação da Escola Secundária em Portugal (que integra
investigadores da Arquitectura, Educação, Sociologia e Geografia) e
nos Ateliers de Projecto do Departamento de Arquitectura da FCTUC.
Observação
- níveis de ensino preferenciais (1º ao 4º ano / 5º ao 6ºano / 7º ao 9º ano / e 10º ao 12º ano).
5º ao 6ºano / 7º ao 9º ano / e 10º ao 12º ano
As sessões são planeadas para grupos que, podendo ser menores, não deverão exceder os 25/30 alunos.
 
Investigadores Responsáveis
Susana Costa,
Resumo
A avaliação das limitações e dos problemas da investigação criminal tem ganho relevo numa época em que o trabalho policial, apoiado em novas tecnologias, como a identificação de indivíduos por perfis de DNA, tem assumido importância crescente.
Quem entra na cena de crime deixa sempre a sua marca. Este é um antigo princípio enunciado por Edmond Locard, válido para o criminoso relativamente ao local do crime, mas igualmente válido para as trocas entre aqueles que têm que investigar o crime.
Nesta sessão pretende-se mostrar a evolução e os impactos sociais, políticos, culturais e organizacionais criados pela tecnologia do DNA nos procedimentos de investigação criminal e perceber de que forma a polícia, enquanto ator social que define e circunscreve a cena do crime, organiza os seus serviços, as suas práticas e a sua própria cultura de saberes com vista a adequar a recolha de vestígios criminais com as tecnologias emergentes associadas à investigação criminal, funções cruciais para a descoberta da verdade e no auxílio à justiça.
Observação
Necessita de datashow
Atividade para alunos do 10º ao 12º ano.
Investigadores Responsáveis
Filipa Lã,
Resumo
A voz humana é um dos instrumentos de comunicação mais fascinantes que o homem possui ao seu dispor. Com ela podemos não só transmitir ideias, como expressamos emoções, confidenciamos a nossa sexualidade, demonstramos o nosso temperamento e criamos arte. O que não sabemos é que a voz também revela um mundo oculto de saberes que se interligam e que, graças ao desenvolvimento tecnológico dos passados 30 anos, deixaram de ser do domínio apenas do auditivo para ser também do domínio do visual. Na produção de uma voz estão envolvidos desde fenómenos físicos, matemáticos, psicológicos, biológicos, bioquímicos, aerodinâmicos, alguns dos quais visíveis em tempo-real com o recurso a um computador portátil, microfone, software de espectrografia e de electrolaringografia, projetor, tela de projeção (ou superfície de projeção).
Este material será trazido para o local onde a atividade se realizará, de forma a que os alunos terão oportunidade de experimentar a sua voz, não só ouvindo-a como também observando-a em diferentes representações espectrográficas e de electrolaringografia. Esta experimentação será feita a par com a aprendizagem de conceitos importantes da física (ex. frequências de ressonância, ondas estacionárias, reflexão do som), da matemática (ex. propagação de ondas), da biologia (ex. diferenças entre sexos também reveladas na forma como a voz é produzida, anatomia e fisiologia da laringe e do sistema respiratório), e de estratégias de prevenção de problemas vocais (exercícios práticos de aquecimento e relaxamento vocais, conselhos sobre cuidados a ter com a voz).
Esta ação tem como objetivos: (i) aprender diferentes conceitos de áreas de saber que à partida estariam distantes e que convergem nos fenómenos acústicos, fisiológicos e aerodinâmicos de produção vocal; (ii) levar à escola resultados de investigação sobre diferenças vocais entre sexos e respetivos impactos na saúde vocal, condições de trabalho e formas de comunicação; e (iii) sensibilizar os alunos para a importância da saúde vocal para o bem-estar geral do individuo.
Observação
Níveis de ensino preferenciais: 10º ao 12º ano
Ano/s da escolaridade dos alunos a que destina a sessão
Data e Hora para a sessão
Observações
[ concluir ]