Apresentação
Enquadramento
Uma das apostas do Centro de Estudos Sociais (CES) consiste na difusão da cultura científica, empenhando-se por isso na promoção de espaços de contacto entre os seus investigadores/as e a comunidade. Nesse sentido, o CES convida as escolas a participar no projeto “O CES vai à Escola”. A iniciativa desenvolve-se, desde janeiro de 2013 em parceria com o Ciência Viva, atestando a importância do trabalho que “O CES vai à Escola” tem vindo a desenvolver.
A atividade, que decorre entre novembro e junho de cada ano lectivo, é vocacionada para alunos de vários ciclos de ensino (2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário). Através dela pretende-se contribuir para a divulgação do conhecimento produzido em diferentes áreas das Ciências Sociais e das Humanidades, através da partilha do trabalho de investigação desenvolvido na nossa instituição e da promoção do debate em seu torno.
Comissão Coordenadora:
Bruno Sena Martins, Miguel Cardina e Susana Costa.
Financiamento:
Temas
Observações:
Público: Estudantes entre o 11º e o 12º ano do ensino secundário.
Outras observações:
Material necessário: projector de Power Point.
Data proposta: Primeiro Trimestre 2013.
A emergência dos estudos da deficiência marca o início do questionamento deste poder médico. No entanto foi apenas nos anos 1990 que as dificuldades acrescidas por que passam as mulheres deficientes foram consideradas. Tratou-se, pois, de complementar o Modelo Social da Deficiência que já havia proposto deslocar o foco analítico da deficiência, desde uma questão individual e particular (i.e. médica), para uma questão de estigma e preconceito estrutural (i.e. social e cultural), que diz respeito a uma sociedade incapaz de acomodar a diversidade. Na esteira da proposta política e teórica oferecida pelo Modelo Social, surgem os Estudos Feministas da Deficiência, particularmente atentos às questões de género e às experiências pessoais.
Fazendo uma breve contextualização dos diferentes modelos de análise da deficiência e respetivos potenciais emancipatórios, esta sessão centra-se na visão inovadora oferecida pelos Estudos Feministas da Deficiência na análise dos temas do género, do corpo e das representações culturais, e no seu potencial de transformação de uma realidade marcada pela desigualdade e estigmatização da diferença.
Observações:
A sessão, no âmbito do projeto Intimidade e Deficiência, está estruturada para 60 minutos, podendo ser reajustada para 90m, destinando-se preferencialmente a alunas/os entre o 10º e o 12º anos, ou nível universitário. Adequado a todas as áreas curriculares do ensino secundário, sem limite de participantes.
O objetivo desta sessão é propor uma abordagem sobre a deportação de imigrantes enquanto mecanismo de controlo social e instrumento de intervencionismo global, no quadro da securitização das políticas migratórias, do reforço (material e imaterial) das fronteiras nacionais. Enfatizando o contexto norte-americano e seguindo alguns estudos recentes, apresento a seguinte hipótese de trabalho: a deportação é mais do que uma “simples” prerrogativa dos Estados-nação soberanos; é uma decisão cada vez mais restritiva, punitiva, arbitrária e violadora dos direitos humanos dos imigrantes.
Observações:
Atividade para alunos do 10º ao 12º ano.
Sessões a realizar na região centro.
Ora, a participação hoje pressupõe, cada vez mais, uma complementaridade entre o saber e o fazer, entre a teoria e a prática, entre o conhecimento e ação, o que desafia a escola e os professores de um modo inusitado e exigente. Neste sentido, os professores assumem um papel fundamental na criação de um nova cidadania, devendo conhecer modelos, experiências, dinâmicas e instrumentos que confiram substância à participação dos alunos e dos professores não só na vida escolar, mas também na relação com a comunidade próxima, o país e o mundo.
O objetivo desta atividade é integrar as duas competências do saber Saber, e do Saber Fazer e Ser, em prol de uma cidadania ativa, realizando um workshop que permita vivenciar um Orçamento Participativo em todo seu processo, desde a apresentação, elaboração de projetos, discussão de propostas, votação, até a interpretação pelos estudantes dos diversos papéis existentes no processo como adulto, participante, cidadão e também de poder (político). Isto servirá como elemento de estudo para questões como individualismo/egoísmo, socialização/participação cruciais nas escolas no sistema e sociedade contemporâneos.
Observações:
Esta atividade dirige-se a todos os alunos independente do nível de ensino em que se insiram.
Devem ser dirigidos às disciplinas de cidadania, sociologia, entre outras.
Materiais necessários: Projetor, coluna de som, Internet.
Estrutura: 1) alguns dados sobre o comércio de escravos no Atlântico 2) Análise da maneira como a arte ocidental representou o escravo em geral e a mulher escrava em particular (exemplos de pinturas e gravuras) 3) Análise de obras plásticas assim como de fotografias e de extractos de romances contemporâneos. 4) Discussão sobre a função da arte/literatura neste contexto.
Observações:
Nível de ensino: 10º-12º ano
Necessidade técnica: projector para utilização de um Powerpoint e ligação Internet.
No encontro com pessoas cegas e com baixa visão temos experimentado outros modos de lidar com a eficiência e a deficiência. Assim, entendemos que fazer um corpo exige uma capacidade de transformação, de nos deixarmos afetar e modificar pelo mundo, lançando mão dos diferentes sentidos.
Com base em fortíssimos estereótipos e preconceitos, as vidas das pessoas que não vêem têm sido marcadas por cenários excludentes e subalternizantes. No entanto, a relação quotidiana com estas pessoas mostra que os limites entre eficiência e deficiência podem ser refeitos, tecidos noutras bases, apontando para um mundo mais amplo e mais democrático.
Observações:
A proposta desta sessão resulta de uma iniciativa conjunta entre Investigadores do CES (Bruno Sena Martins) e da Universidade Federal Fluminense (Marcia Moraes, Lia Paiva e Maria Rita Campello)
Esta sessão estará disponível a partir de 18 de Fevereiro de 2014
Quem entra na cena de crime deixa sempre a sua marca. Este é um antigo princípio enunciado por Edmond Locard, válido para o criminoso relativamente ao local do crime, mas igualmente válido para as trocas entre aqueles que têm que investigar o crime.
Nesta sessão pretende-se mostrar a evolução e os impactos sociais, políticos, culturais e organizacionais criados pela tecnologia do DNA nos procedimentos de investigação criminal e perceber de que forma a polícia, enquanto ator social que define e circunscreve a cena do crime, organiza os seus serviços, as suas práticas e a sua própria cultura de saberes com vista a adequar a recolha de vestígios criminais com as tecnologias emergentes associadas à investigação criminal, funções cruciais para a descoberta da verdade e no auxílio à justiça.
Será dado enfoque especial às condições locais do desempenho da atividade policial e suas articulações com os diversos órgãos de polícia criminal por comparação com a atuação das suas congéneres no Reino Unido.
Observações:
Disponível para sessões na Região Norte (preferencialmente área metropolitana do Porto) e Coimbra, estando disponível, em função dos casos concretos, para sessões noutros locais. Necessita de datashow
Atividade para alunos do 10º ao 12º ano.
Observações:
Esta sessão é dinamizada no âmbito do projeto de investigação “ALICE, espelhos estra-nhos, lições imprevistas”, coordenado por Boaventura de Sousa Santos (alice.ces.uc.pt)
Deste modo, o propósito geral da sessão proposta consiste em produzir e promover conhecimento sobre uma realidade ainda desconhecida em portugal – o tráfico laboral- favorecendo uma perspectiva quer de análise da lei e da sua efectivação, quer dos direitos das vítimas/trabalhadores.
No âmbito do projecto de investigação “Tráfico de Seres Humanos para Exploração Laboral: Desafios ao(s) Direito(s)”
Observações:
Níveis De Ensino Preferenciais: 10º ao 12º ano.
Outras Observações
Disponibilidade para deslocações restringidas a Coimbra e Porto.
As migrações de trabalho desportivo constituem uma realidade im-portante, sendo também parte integrante do amplo fluxo das migra-ções internacionais. A presença de atletas estrangeiros em equipas de diversas modalidades tornou-se um fenómeno comum da actual realidade desportiva, sendo estranho não encontrar equipas com atle-tas estrangeiros, ou estrangeiros a representar selecções nacionais distintas da dos países de onde são naturais. Se esta é uma caracte-rística comum a quase todos os desportos, a migração internacional de atletas é mais pronunciada no futebol. O futebol português não fi-cou à margem desta dinâmica. Ao longo da sua existência assistiu a muitas histórias de imigração e emigração, sendo que nos anos 90 este processo se intensificou com o aumento inusitado de jogadores portugueses a saírem e de estrangeiros a entrarem em Portugal.
Observações:
Objectivos Gerais:
• Problematizar as migrações internacionais como importante fe-nómeno social da atualidade;
• Concetualizar o desporto como fenómeno social;
• Compreender a especificidade dos fluxos migratórios de futebolis-tas;
• Conhecer os fluxos migratórios do futebol português;
• Problematizar as dinâmicas migratórias do futebol português no âmbito da sociedade portuguesa.
Destinatários: Alunos do ensino secundário (10º, 11º e 12º anos)
Duração: 60 minutos (mais tempo para debate)
Recursos: Computador, vídeo-projector
Esta sessão está integrada no projeto INTIMATE, financiado pelo European Research Council
Observações:
A sessão está estruturada para 60 minutos, podendo ser reajustada para 90m, destinando-se preferencialmente a alunas/os entre o 10º e o 12º anos, ou nível universitário. Adequado a todas as áreas curriculares do ensino secundário.
N.º limite de participantes : 40
Com a consciência de que a temática da repressão na ditadura é hoje pouco conhecida pelos jovens e fugazmente abordada nas aulas, propõe-se uma sessão de 90 minutos sobre o tema.
A par da apresentação do assunto, pretende-se elencar alguns depoimentos, analisar imagens e/ou excertos de filmes e suscitar o debate com os alunos sobre as questões relativas à história recente de Portugal e à relação entre ditadura, democracia e direitos humanos.
Observações:
Atividade destinada a alunos do 10º ao 12º ano.
Apresentação exclusiva na Região Centro.
Observações:
níveis de ensino preferenciais: 10º ao 12º anos
outras observações:
As sessões poderão ter lugar nas seguintes datas:
em Março, dia 15;
em Abril, dias 11, 18 e 19; e
em Maio, dias 2, 3, 6, 7,9, 1 0, 16, 23, 24, 30 e 31.
necessário computador e projetor bem como colunas de som.
Aparentemente, crimes como o auxílio à imigração ilegal, o tráfico de seres humanos, a angariação de mão de obra ilegal, o lenocínio, a extorsão e a falsificação de documentos estão a aumentar, proporcionando elevados lucros e sendo frequentemente atribuídos aos imigrantes. No entanto, são os imigrantes que constituem a maior parte das vítimas dos mesmos.
O tráfico de seres humanos e a imigração ilegal são flagelos que atingem proporções preocupantes no mundo, uma vez que são fenómenos dominados maioritariamente por redes criminosas que operam internacionalmente e que retiram altos dividendos de atividades ilícitas conexas, podendo ter graves repercussões a nível económico e social, quer nos países de origem, quer nos países de destino.
Observações:
Atividade destinada principalmente aos anos 10º a 12º anos.
Preferencialmente na região centro e, em situações excecionais, noutros locais.
Esta sessão pretende explorar conceitos fundamentais para o entendimento da igualdade de género, como sejam sexo, género, diferença, desigualdade, diversidade e discriminação. Procuraremos relacionar estes conceitos com a realidade atual, ajudando a desconstruir mitos sobre as mulheres e sobre os homens que continuam a perpetuar a discriminação e a desigualdade na sociedade. O objetivo é despertar as/os jovens para a necessidade de mudança de atitudes e comportamentos estereotipados, recorrendo a atividades de caracter didático-pedagógico que permitam contribuir para o desenvolvimento afetivo e social destas e destes futuras/os mulheres e homens.
Observações:
Observações: A sessão está estruturada para 90 minutos, podendo ser reajustada para 60m, preferencialmente, destinando-se a alunas/os do 3º Ciclo. Adequado a todas as áreas curriculares do 3º Ciclo.
Em finais de 2012 as taxas de desemprego atingiram em Portugal novos máximos. Este cenário apresenta duas tendências: um forte aumento do desemprego jovem e um peso cada vez maior do desemprego de longa duração. O principal receio entretanto, é que a crise do emprego jovem não seja meramente uma evolução transitória relacionada como fraco crescimento económico, mas venha a tornar-se uma tendência estrutural se não houver mudanças nas políticas económicas e de emprego. A transição dos jovens da escola para o mundo do trabalho tem-se tornado cada vez mais lenta e difícil, implicando diversas dificuldades, itinerários descontínuos e períodos de inatividade, que se traduzem numa insegurança cada vez maior quanto ao presente e ao futuro.
A dinâmica de trabalho será composta pela discussão destes elementos a partir de cinco tópicos: três propostos pelos alunos e outros dois eleitos por nós a partir de características da escola em que as atividades serão desenvolvidas. A partir de uma questão simples: "Quais atividades do seu dia a dia você acha que tem impacto sobre o ambiente?" que seria proposta pela professora (e cujas respostas nos seriam encaminhadas anteriormente) pretende-se ampliar a percepção do que é meio ambiente e de como cada um de nós pode contribuir para um melhor ambiente em todos os aspetos que o constituem e, desta forma, uma melhor qualidade de vida para todos os seres vivos. Utilizaremos também jogos e projeções de filmes e imagens nas sessões.
Observações:
Os níveis de ensino preferenciais são: 1º ao 4º ano e 5º ao 6ºano. Estamos disponíveis para realizar 3 sessões a partir do mês de Fevereiro, preferencialmente.
Observações:
Níveis de ensino preferenciais: 10º/11º/12º
Com este projeto pretende-se alargar e aprofundar as relações entre o 25 de Abril e a escola, revisitando crítica e ativamente este acontecimento central da nossa contemporaneidade, na sua tripla dimensão:
1. Como rutura e explosão libertadora e momento fundador de uma nova era coletiva (História);
2. Como conjunto excecional de acontecimentos pessoais e coletivos que importa compreender e transmitir na variedade das suas vozes e na complexidade e originalidade das experiências (Memória);
3. Como projeto que não se encerra num passado anacrónico e definitivo, antes questiona e desafia o presente a atualizar em permanência o seu potencial de raíz democrática e livre (Cidadania).
História, Memória e Cidadania ajudarão os jovens das escolas a revisitar o tempo revolucionário, (com seus projetos, sonhos, símbolos, mitos e heróis) como algo em tudo diferente do tempo de normalidade, o único que eles conhecem e pensam como realidade contínua e imutável.
Integrado no programa O CES vai à Escola, a actividade “Minas a explodir nos substantivos”: poesia da Guerra Colonial, cujo título se inspira num poema de Manuel Alegre, pretende reflectir sobre o período da Guerra Colonial portuguesa e a sua inscrição no panorama poético português do século XX. Os poemas recolhidos ao longo do projecto e a selecção que será trabalhada com os alunos nesta actividade permitem constatar que o cânone da poesia portuguesa foi marcado pelo tema da Guerra Colonial (Manuel Alegre, Fernando Assis Pacheco, Sophia de Mello Breyner Andresen, Gastão Cruz, António Gedeão, Maria Teresa Horta, Nuno Júdice, entre outros), mas revela também muitas outras vozes que entregaram à moldura poética a expressão dos seus sentimentos, angústias, dores, memórias. A actividade pretende dar a conhecer o contexto da Guerra Colonial e os autores que sobre ela se debruçaram através do trabalho com os textos que será proposto aos alunos.
Observações:
Esta actividade destina-se idealmente às disciplinas de Português, História e Sociologia, do 10º ao 12º anos. Destina-se a grupos não superiores a 40 alunos.
A primeira parte da oficina será dedicada a uma apresentação e discussão dos conceitos considerados mais importantes à qual se seguirá a organização e a realização de um mercadinho solidário in loco com as e os participantes da oficina. Um mercado de trocas solidárias com recurso a moeda social que tem em vista desprender as trocas de bens, produtos e serviços de um modelo capitalista de atribuição de valor. Assumindo que cada pessoa é, simultaneamente, consumidora e produtora – prossumidora - o mercado solidário demonstra que é possível outras formas de pensar a organização da vida económica no âmbito familiar e social. O mercado de trocas solidárias rebate a ideia dominante de que só as coisas novas têm valor e servem para nos fazerem felizes, ao mesmo tempo que estimula um circuito ininterrupto dos bens, serviços e produtos trocados entre todas as pessoas, ampliando as oportunidades de acesso de cada uma e promovendo a igualdade entre elas. A adoção de uma moeda social reforça o caráter convivial e solidário da experiência: não só amplia as condições de troca com produtos muito diferentes, como também reconstrói o valor das coisas que queremos trocar conforme o sentido e o valor social que lhes atribuímos por oposição do preço, sempre crescente, que o mercado estabelece.
Observações:
Níveis de ensino preferenciais: Estudantes do 12º ano do ensino secundário
1. A oficina tem uma duração de 90 minutos e implica pensar e decidir, antecipadamente, com que produtos, bens ou serviços querem participar no mercado solidário que decorre durante a sessão.
2. Número máximo de participantes por oficina: 15
3. A equipa está disponível para realizar até 3 sessões durante os meses de Janeiro e Fevereiro de 2013.
A partir destes testemunhos pretende-se uma valorização deste conflito de modo da abrir um debate sobre as duradouras marcas que deixou na sociedade portuguesa. Procuramos confrontar a contradição entre o “excesso de memória” destes ex-combatentes (na medida em que carregam as marcas biográficas, psicológicas e corpóreas da Guerra Colonial) o “excesso de memória” dos ex-combatentes (na medida em que carregam as marcas biográficas, psicológicas e corpóreas da Guerra Colonial) e o manifesto silêncio da sociedade portuguesa face a um tão significativo conflito.
A análise produzida procura cruzar um olhar atento sobre o legado da Guerra Colonial com a questão da inclusão social das pessoas com deficiência.
Observações:
Atividade para alunos do 7º ao 9º ano e 10º ao 12º ano.
Disponibilidade em todo o território nacional.
Necessidade de material para a projeção de filme (ligação a colunas de som e data show)
Agendamento de sessões
Sessões
Notícias e Resultados
26 de Julho de 2013
O Novo sítio do CES vai à Escola já se encontra em linha. Com uma nova imagem, o sítio do Ces Vai à Escola aloja uma plataforma onde os professores podem efetuar o agendamento de sessões.
15 de Julho de 2013
O novo cartaz de divulgação do Ces vai à Escola já se encontra disponível. O novo cartaz será distribuído pela comunidade escolar.
1 de Julho de 2013
O Ces vai à Escola recebeu uma visita técnica de uma comitiva da Universidade Federal Fluminense (UFF), Brasil, em representação da Pró-Reitoria da Extensão daquela universidade. A delegação constituída por 5 docentes daquela universidade, foi chefiada por Maria Lúcia Melo Teixeira de Souza, Substituta Eventual do Pró-Reitor. A visita deveu-se à identificação do Ces vai à Escola por parte da Pro-Reitoria da Extensão, como um projeto inovador no domínio da extensão, e, portanto, prenhe de potencialidades para ser replicado noutros contextos institucionais. Em sentido contrário, a coordenação do Ces vai à Escola teve uma riquíssima oportunidade para conhecer mais do excelente trabalho que se tem feito na UFF, e no Brasil, no domínio das atividades de extensão.

