See my work


Apresentação

Enquadramento

Uma das apostas do Centro de Estudos Sociais (CES) consiste na difusão da cultura científica, empenhando-se por isso na promoção de espaços de contacto entre os seus investigadores/as e a comunidade. Nesse sentido, o CES convida as escolas a participar no projeto “O CES vai à Escola”. A iniciativa desenvolve-se, desde janeiro de 2014 em parceria com o Ciência Viva, atestando a importância do trabalho que “O CES vai à Escola” tem vindo a desenvolver.
A atividade, que decorre entre novembro e junho de cada ano lectivo, é vocacionada para alunos de vários ciclos de ensino (2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário). Através dela pretende-se contribuir para a divulgação do conhecimento produzido em diferentes áreas das Ciências Sociais e das Humanidades, através da partilha do trabalho de investigação desenvolvido na nossa instituição e da promoção do debate em seu torno.


Comissão Coordenadora:
Bruno Sena Martins, Miguel Cardina e Susana Costa.


Financiamento:



Temas

As vozes femininas no Atlântico Negro. O que a arte e literatura podem oferecer
Fabrice Schurmans
O Atlântico foi durante séculos um lugar de terror e de morte para milhões de seres humanos. Nas histórias nacionais, não figuram os seus nomes, as suas experiências foram esquecidas. É aqui que a arte e a literatura desempenham um papel essenci-al: conseguem oferecer uma voz aos sem vozes das Histórias dominantes, têm a possibilidade de propor uma outra maneira de ver e contar as histórias que circula-ram no Atlântico. Neste contexto, artistas e escritoras dos dois lados do Atlântico têm desempenhado um papel essencial: dar corpo e voz aos escravos em geral e às mulheres em particular. Fotografias, pinturas, instalações, romances propõem assim uma outra maneira de conceber a História, mas, ao mesmo tempo, oferecem um lugar de memória para os que nem túmulo tiveram.
Estrutura: 1) alguns dados sobre o comércio de escravos no Atlântico 2) Análise da maneira como a arte ocidental representou o escravo em geral e a mulher escrava em particular (exemplos de pinturas e gravuras) 3) Análise de obras plásticas assim como de fotografias e de extractos de romances contemporâneos. 4) Discussão sobre a função da arte/literatura neste contexto. 

Observações:
Nível de ensino: 10º-12º ano
Necessidade técnica: projector para utilização de um Powerpoint e ligação Internet. 

Hip Hop: a reinvenção cultural da juventude “excluída”
Benjamín Xavier de Paula, Marta Araújo e Silvia Rodríguez Maeso
Esta atividade tem como foco o conhecimento das crianças e dos  jovens sobre a cultura Hip Hop, por meio do estudo orientado sobre o tema, realização de oficina participante nas escolas, bem como, debates e rodas de conversas com investigadores e ativistas do Portugal e do Brasil.

Observações:
Proposta disponível entre os meses de Março e Abril
APOIO: Esta atividade conta com apoio da CAPES/BRASIL – PROCESSO: BEX: 1483-14-5
OBJETIVO: Estabelecer um diálogo entre a comunidade de investigadores do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra – CES/UC, os professores e estudantes das escolas de educação secundária, os especialistas convidados e os ativistas do movimento social, sobre as condições de vida da população negra em Portugal, bem como, as diferentes formas expressão cultural das crianças e jovens.
METODOLOGIA: Preparação das atividades pelos professores nas escolas por meio do trabalho orientado a partir de um texto base sugerido pelos investigadores; sensibilização dos alunos por meio da exposição de um documentário sobre o Movimento Hip Hop; interação por meio de músicas, exposições, etc; debates com especialistas convidados e ativistas do movimento social, por meio da interação com o público presente.
PROGRAMAÇÃO DETALHADA: Os professores das escolas poderão desenvolver atividades de leituras e do texto base da oficina e desenvolver debates, rodas de conversas e produção didática com os alunos.TEXTO BASE: PAULA, Benjamin Xavier de (2004). PAULA, Benjamin Xavier de. MOVIMENTO HIP HOP: A REINVENÇÃO CULTURAL DOS EXCLUÍDOS. Mundo Jovem: Um jornal de idéias, Porto Alegre/RS, p. 02 - 02, 01 jun.
OFICINA: Será desenvolvida atividade de sensibilização com os alunos por meio da exibição e debate do documentário “O Grito da  Periferia”; Interação com os alunos por meio da exibição de vídeo-clips e audiovisuais com músicas, exposições de graffitis e coreografias de danças; Diálogo com DJ/MC LBC.
PARTICIPAÇÃO: Flávio Almada (LBC); Benjamin Xavier de Paula; Marta Araújo; e Silvia Maseo.

"Problema" meu? Mulheres, deficiência e estigma
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos, Bruno Sena Martins, Cláudia Nogueira e Fernando Fontes
O desenvolvimento da medicina moderna transformou o corpo num campo privilegiado de intervenção, conferindo aos profissionais de saúde poder de decisão sobre aquilo que é ou não definido como normal. Assim, o corpo que transgride a norma medicamente definida congrega sobre si um aparato analítico que visa sobretudo a sua normalização. Consequentemente, numa sociedade patriarcal e fortemente medicalizada, as mulheres com deficiência são alvo de uma dupla discriminação em resultado do sexismo e da deficientização.
A emergência dos estudos da deficiência marca o início do questionamento deste poder médico. No entanto foi apenas nos anos 1990 que as dificuldades acrescidas por que passam as mulheres deficientes foram consideradas. Tratou-se, pois, de complementar o Modelo Social da Deficiência que já havia proposto deslocar o foco analítico da deficiência, desde uma questão individual e particular (i.e. médica), para uma questão de estigma e preconceito estrutural (i.e. social e cultural), que diz respeito a uma sociedade incapaz de acomodar a diversidade. Na esteira da proposta política e teórica oferecida pelo Modelo Social, surgem os Estudos Feministas da Deficiência, particularmente atentos às questões de género e às experiências pessoais.
Fazendo uma breve contextualização dos diferentes modelos de análise da deficiência e respetivos potenciais emancipatórios, esta sessão centra-se na visão inovadora oferecida pelos Estudos Feministas da Deficiência na análise dos temas do género, do corpo e das representações culturais, e no seu potencial de transformação de uma realidade marcada pela desigualdade e estigmatização da diferença.

Observações:
A sessão, no âmbito do projeto Intimidade e Deficiência, está estruturada para 60 minutos, podendo ser reajustada para 90m, destinando-se preferencialmente a alunas/os entre o 10º e o 12º anos, ou nível universitário. Adequado a todas as áreas curriculares do ensino secundário, sem limite de participantes.

Tráfico laboral em Portugal: desafios e direitos
Elisabete Pessanha e Madalena Duarte
O tráfico de seres humanos tem atraído crescentemente o interesse dos governos, organismos internacionais, organizações não-governamentais, media e academia. no entanto, continua a ser um fenómeno pouco estudado tanto em portugal como no estrangeiro. Os problemas especificamente relacionados com o tráfico de pessoas para exploração laboral (tel) merecem uma especial atenção devido a três factores fundamentais. em primeiro lugar, o tel apenas recentemente foi reconhecido como crime na legislação penal de vários países, entre os quais portugal. em segundo lugar, portugal tem vindo a ser identificado em diversos relatórios internacionais como sendo simultaneamente um país de origem e de destino para o tráfico laboral, característica que complexifica a investigação criminal, o apoio dado às vítimas e o reconhecimento dos direitos dos/as trabalhadores/as. por fim, as dificuldades em distinguir o fenómeno para exploração laboral dos fluxos migratórios transnacionais podem fragilizar a protecção das vítimas e os direitos dos trabalhadores.
Deste modo, o propósito geral da sessão proposta consiste em produzir e promover conhecimento sobre uma realidade ainda desconhecida em portugal – o tráfico laboral- favorecendo uma perspectiva quer de análise da lei e da sua efectivação, quer dos direitos das vítimas/trabalhadores.
No âmbito do projecto de investigação “Tráfico de Seres Humanos para Exploração Laboral: Desafios ao(s) Direito(s)”

Observações:
Níveis De Ensino Preferenciais: 10º ao 12º ano.
Outras Observações
Só serão realizadas sessões na zona do Porto. 

Orçamento Participativo: um exercício lúdico de cidadania na escola
Giovanni Allegretti, Maria Andréa Luz da Silva, Neiara Morais e Sofia Antunes
A escola desempenha um papel fundamental na educação para a participação cidadã, não apenas por aquilo que direta e assumidamente transmite, mas também por aquilo que é enquanto forma de organização. Acresce que as sociedades atuais, mais complexas e globalizadas, exigem dos cidadãos formas diferentes de vida em comunidade, sendo a participação um das vertentes cruciais da cidadania hodierna.
Ora, a participação hoje pressupõe, cada vez mais, uma complementaridade entre o saber e o fazer, entre a teoria e a prática, entre o conhecimento e ação, o que desafia a escola e os professores de um modo inusitado e exigente. Neste sentido, os professores assumem um papel fundamental na criação de um nova cidadania, devendo conhecer modelos, experiências, dinâmicas e instrumentos que confiram substância à participação dos alunos e dos professores não só na vida escolar, mas também na relação com a comunidade próxima, o país e o mundo.
O objetivo desta atividade  é integrar  as duas competências do saber  Saber, e do Saber Fazer e Ser, em prol de uma cidadania ativa,  realizando um workshop que permita vivenciar um Orçamento Participativo em todo seu processo, desde a apresentação, elaboração de projetos, discussão de propostas, votação, até a interpretação pelos estudantes dos diversos papéis existentes no processo como adulto, participante, cidadão e também de poder (político). Isto servirá como elemento de estudo para questões como individualismo/egoísmo, socialização/participação cruciais nas escolas no sistema e sociedade contemporâneos. 

Observações:
Esta atividade dirige-se a todos os alunos independente do nível de ensino em que se insiram.
Devem ser dirigidos às disciplinas de cidadania, sociologia, entre outras.
Materiais necessários: Projetor, coluna de som, Internet.

O que esconde o armário? Cidadania íntima e modelos não convencionais de viver a intimidade
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos, Beatrice Gusmano, Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Pablo Pérez Navarro e Tatiana Motterle
Nesta sessão começamos por apresentar e discutir as implicações sociais decorrentes de formas pouco inclusivas de pensar e viver a intimidade.
O ponto de partida assenta na imposição cultural de determinados modelos relacionais e familiares, reforçada através de normas e expectativas projetadas em cada indivíduo por parte da família, da escola e dos média, entre outras instituições dominantes. A tradição de um percurso íntimo idêntico para todas as pessoas alimenta-se de um imaginário patriarcal e heteronormativo que vai desde o estabelecimento de papéis de género estritos até à inevitabilidade do casamento e da procriação (com particular incidência sobre as mulheres).
Neste sentido, propomos a discussão do conceito de intimidade apresentado de forma transversal a um conjunto amplo de relações pessoais e de bem-estar relacional, considerando redes de amizade e toda uma variedade de sexualidades, identidades e modelos familiares.
Este tema reveste-se de particular importância e atualidade no momento de crise económica que vivemos, na medida em que permite repensar redes de apoio que vão para além da família biológica e nuclear.

Observações:
Esta sessão está pensada para 90 minutos; dirige-se a estudantes do secundário (10º, 11º e 12º anos) e deverá ter no máximo 30 alunos/as a assistir.
A sessão está disponível entre Janeiro e Março 2015.
Esta sessão está integrada no projeto INTIMATE – Cidadania, Cuidado e Escolha: A Micropolítica da Intimidade na Europa do Sul, financiado pelo European Research Council.

Oficina da economia da abundância: mercados de trocas solidárias
Luciane Lucas dos Santos e Teresa Cunha
A oficina da economia da abundância tem dois objetivos centrais. O primeiro consiste em esclarecer e problematizar conceitos como economia, economia solidária, capitalismo, desenvolvimento e o segundo trata de criar uma atmosfera de aprendizagem participativa e crítica através de pedagogias experienciais.
A primeira parte da oficina será dedicada a uma apresentação e discussão dos conceitos considerados mais importantes à qual se seguirá a organização e a realização de um mercadinho solidário in loco com as e os participantes da oficina. Um mercado de trocas solidárias com recurso a moeda social que tem em vista desprender as trocas de bens, produtos e serviços de um modelo capitalista de atribuição de valor. Assumindo que cada pessoa é, simultaneamente, consumidora e produtora – prossumidora -  o mercado solidário demonstra que é possível outras formas de pensar a organização da vida económica no âmbito familiar e social. O mercado de trocas solidárias rebate a ideia dominante de que só as coisas novas têm valor e servem para nos fazerem felizes, ao mesmo tempo que estimula um circuito ininterrupto dos bens, serviços e produtos trocados entre todas as pessoas, ampliando as oportunidades de acesso de cada uma e promovendo a igualdade entre elas. A adoção de uma moeda social reforça o caráter convivial e solidário da experiência: não só amplia as condições de troca com produtos muito diferentes, como também reconstrói o valor das coisas que queremos trocar conforme o sentido e o valor social que lhes atribuímos por oposição do preço, sempre crescente, que o mercado estabelece.

Observações:
Níveis de ensino preferenciais: Estudantes do 12º ano do ensino secundário
1. A oficina tem uma duração de 90 minutos e implica pensar e decidir, antecipadamente, com que produtos, bens ou serviços querem participar no mercado solidário que decorre durante a sessão.
2. Número máximo de participantes por oficina: 15
3. A equipa está disponível para realizar até 3 sessões durante os meses de Janeiro e Fevereiro de 2013.

Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia
Apesar de exceção à regra, as migrações têm vindo a aumentar nos últimos anos. Os movimentos transnacionais que implicam a deslocação de um grande número de indivíduos, envolvendo frequentemente redes criminosas que se dedicam à exploração dos mesmos têm aumentado. Nos países de destino, os imigrantes são frequentemente obrigados a trabalhar, em regime de quase escravatura, ou explorados para fins específicos, para conseguirem pagar as dívidas a que ficaram sujeitos, sendo vítimas de agressão física e psicológica quando não conseguem cumprir.
Aparentemente, crimes como o auxílio à imigração ilegal, o tráfico de seres humanos, a angariação de mão de obra ilegal, o lenocínio, a extorsão e a falsificação de documentos estão a aumentar, proporcionando elevados lucros e sendo frequentemente atribuídos aos imigrantes. No entanto, são os imigrantes que constituem a maior parte das vítimas dos mesmos.
O tráfico de seres humanos e a imigração ilegal são flagelos que atingem proporções preocupantes no mundo, uma vez que são fenómenos dominados maioritariamente por redes criminosas que operam internacionalmente e que retiram altos dividendos de atividades ilícitas conexas, podendo ter graves repercussões a nível económico e social, quer nos países de origem, quer nos países de destino.

Observações:
Atividade destinada principalmente aos anos 10º a 12º anos.
Só na região de Coimbra. 

Os caminhos de Alice e as alternativas para a Europa. Aprender e transformar a partir das inovações sociais e da diversidade do mundo
Alice Cruz, Aline Mendonça, Antoni Jesús Aguiló, Boaventura de Sousa Santos, Bruno Sena Martins, Catarina Antunes Gomes, Cecília MacDowell Santos, Cristiano Gianolla, Dhruv Pande, Élida Lauris, Eva Maria Garcia Chueca, Francisco Freitas, José Luis Exeni, José Manuel Mendes, Julia Suárez-Krabbe, Luciane Lucas dos Santos, Mara Bicas, Maria Paula Meneses, Maurício Hashizume, Raúl Fernández, Sara Araújo, Teresa Cunha e Tshepo Madlingozi
O nome “Alice” é inspirado na personagem da história de Lewis Carroll. Com esta metáfora, evocamos o confronto com espaços estranhos e o desafio de conhecer culturas e modelos de organização social, política e económica ilegíveis à luz dos códigos de compreensão ocidentais. Muita da diversidade e das inovações políticas e sociais disponíveis no mundo é invisível aos olhos do mundo ocidental por não encaixar nos cânones estreitos que determinam o que é válido como cultura, direito, economia, política ou cidadania. O discurso de esgotamento de alternativas assenta numa falsa objetividade que ignora a diversidade do mundo classificada como irrelevante ou inexistente. Esta sessão contraria o argumento de inexistência de alternativas a partir de uma leitura do mundo que amplia o leque visível de possibilidades para o futuro. Desafia também a premissa que sobrepõe objetividade e neutralidade e defende uma ciência comprometida com a transformação social. A proposta será construída em dialogo entre as escolas e os/as investigadores/as ALICE (alice.ces.uc.pt), a partir de um dos seguintes eixos temáticos: a) como democratizar a democracia e valorizar a cidadania? b) é possível construir uma economia para todos/as?; c) o projeto universal dos direitos humanos dá conta das diversas conceções da dignidade humana? 

Observações:
Esta sessão é dinamizada no âmbito do projeto de investigação “ALICE, espelhos estranhos, lições imprevistas”, coordenado por Boaventura de Sousa Santos (alice.ces.uc.pt)

Migrações Internacionais - os fluxos migratórios dos jogadores de futebol
Carlos Nolasco
O mundo contemporâneo vive na “idade das migrações”. Ao longo das últimas décadas, milhões de pessoas migraram em busca de melhores condições de vida, num processo em que praticamente todos os países foram envolvidos, uns como países de origem e outros de destino, alterando significativamente a composição da população mundial.
As migrações de trabalho desportivo constituem uma realidade im-portante, sendo também parte integrante do amplo fluxo das migra-ções internacionais. A presença de atletas estrangeiros em equipas de diversas modalidades tornou-se um fenómeno comum da actual realidade desportiva, sendo estranho não encontrar equipas com atle-tas estrangeiros, ou estrangeiros a representar selecções nacionais distintas da dos países de onde são naturais. Se esta é uma caracte-rística comum a quase todos os desportos, a migração internacional de atletas é mais pronunciada no futebol. O futebol português não fi-cou à margem desta dinâmica. Ao longo da sua existência assistiu a muitas histórias de imigração e emigração, sendo que nos anos 90 este processo se intensificou com o aumento inusitado de jogadores portugueses a saírem e de estrangeiros a entrarem em Portugal.

Observações:
Objectivos Gerais:
• Problematizar as migrações internacionais como importante fe-nómeno social da atualidade;
• Concetualizar o desporto como fenómeno social;
• Compreender a especificidade dos fluxos migratórios de futebolis-tas;
• Conhecer os fluxos migratórios do futebol português;
• Problematizar as dinâmicas migratórias do futebol português no âmbito da sociedade portuguesa.
Destinatários: Alunos do ensino secundário (10º, 11º e 12º anos)
Duração:  60 minutos (mais tempo para debate)
Recursos:  Computador, vídeo-projector

Árvore das Memórias: Lugares e saberes do sul
Pedro Pereira Leite
Através da proposta de olhar os lugares do sul, a partir da experiencia do projecto “Árvores das memórias” e das actividades de educação para o desenvolvimento da ONGD “Vida”, procuramos criar um momento de encontro para reconhecimento da diversidade dos saberes e o reconhecimento do si.
A partir da constituição de círculos de memória e da aplicação da metodologia do sociodrama, com base no trabalho sobre a memória e a inovação social faciliata-se um momento de aprendizagem com as experiencias das comunidades do sul. Olharemos para as suas formas de ocupação do espaço, a organização da vida comunitária, a organização do trabalho e os diferentes tempos da vida. A abordagem dos problemas da água, da floresta, do acesso à saúde e educação, do exercício do mutualismo como um exercício do reconhecimento da diversidade dos saberes, servem de catalisadores do debate.
Com o olhar sobre o sul, e a partir do que cada grupo pensa sobre o sul propomos um momento de reconhecimento da diferença. O reconhecimento da diferença é um pretexto para trabalhar sobre os diferentes processos que estão presentes no grupo.
Cada elemento do grupo é convidado a reconhecer a diferença como um exercício de reconhecimento de si e do seu papel no grupo. Procura-se que no final do trabalho o grupo se reconheça como um conjunto de atores com capacidade de acção e transformação, com capacidade de reconhecimento e resolução dos seus conflitos. 

Observações:
Apoio da equipa de Educação para o Desenvolvimento da ONG Vida
- níveis de ensino preferenciais
a acção aplica-se a qualquer ciclo de escolaridade, sendo feitos os ajustamento necessário em função da maturidade do grupo.

Quando o sonho americano é interrompido. O impacto da deportação na vida dos imigrantes
Katia Cardoso
O termo “deportação” reporta-nos a momentos históricos marcantes, associados ao exílio forçado e à punição de determinados povos ou grupos sociais , quer por razões de limpeza étnica, como a deportação em massa dos judeus pelos nazis, quer  como forma de  conservar  a moral e a ordem social, como foi o caso da utilização da Austrália pelos britânicos como colónia penal.  Na sua versão mais atual contém um núcleo comum com as deportações históricas. Tal como acontecia no passado, continuam a ser motivadas por uma lógica de punição e depuração da sociedade. Assiste-se nos países de acolhimento à simplificação do quadro jurídico político e dos procedimentos, facilitando a deportação e vulnerabilizando os “deportáveis” e nos países de origem, os deportados são alvo de estigma social (devido à associação deportado/criminoso) e contam com programas de (re)integração que não contribuem para alterar esta situação.
O objetivo desta sessão é propor uma abordagem sobre a deportação de imigrantes enquanto mecanismo de controlo social e instrumento de intervencionismo global, no quadro da securitização das políticas migratórias, do reforço (material e imaterial) das fronteiras nacionais. Enfatizando o contexto norte-americano e seguindo alguns estudos recentes, apresento a seguinte hipótese de trabalho: a deportação é mais do que uma “simples” prerrogativa dos Estados-nação soberanos; é uma decisão cada vez mais restritiva, punitiva, arbitrária e violadora dos direitos humanos dos imigrantes.

Observações:
Atividade para alunos do 10º ao 12º ano.
Sessões a realizar na região centro.

ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
A Revolução de 25 de Abril de 1974 tem sido, por razões muito variadas, uma presença residual no nosso universo escolar. Na melhor das hipóteses, como passado arquivado nos compêndios de história e sujeito às vicissitudes do decorrer do ano letivo e, fundamentalmente, à maior ou menor sensibilidade dos professores para a importância do tema.
Com este projeto pretende-se alargar e aprofundar as relações entre o 25 de Abril e a escola, revisitando crítica e ativamente este acontecimento central da nossa contemporaneidade, na sua tripla dimensão:
1. Como rutura e explosão libertadora e momento fundador de uma nova era coletiva (História);
2. Como conjunto excecional de acontecimentos pessoais e coletivos  que importa  compreender e transmitir na variedade das suas vozes e na complexidade e originalidade das experiências (Memória);
3. Como projeto que não se encerra num passado anacrónico e definitivo, antes questiona e desafia o presente a atualizar em permanência o seu potencial de raíz democrática e livre (Cidadania).
História, Memória e Cidadania ajudarão os jovens das escolas a  revisitar o tempo revolucionário, (com seus projetos, sonhos, símbolos, mitos e heróis) como algo em tudo diferente do tempo de normalidade, o único que eles conhecem e pensam como realidade contínua e imutável.
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
O ambiente natural não se restringe somente ao ambiente físico e biológico. Ele é construído por relações sociais, económicas e políticas. A proposta central desta oficina é gerar reflexões a respeito destas interações - e do lugar que cada um ocupa nelas - a partir do dia a dia dos alunos. A intenção é despertar o estabelecimento de vínculos entre as atividades mais corriqueiras - como a alimentação, a produção de lixo ou a utilização da água - e este todo chamado genericamente de meio ambiente. Para tal, realizaremos uma abordagem holística que considera o ser humano como componente da natureza e ao mesmo tempo como ser de responsabilidade e capaz de realizar escolhas que geram consequências sobre o planeta que partilhamos.
A dinâmica de trabalho será composta pela discussão destes elementos a partir de cinco tópicos: três propostos pelos alunos e outros dois eleitos por nós a partir de características da escola em que as atividades serão desenvolvidas. A partir de uma questão simples: "Quais atividades do seu dia a dia você acha que tem impacto sobre o  ambiente?" que seria proposta pela professora (e cujas respostas nos seriam encaminhadas anteriormente) pretende-se ampliar a percepção do que é meio ambiente e de como cada um de nós pode contribuir para um melhor ambiente em todos os aspetos que o constituem e, desta forma, uma melhor qualidade de vida para todos os seres vivos. Utilizaremos também jogos e projeções de filmes e imagens nas sessões.

Observações:
Os níveis de ensino preferenciais são: 1º ao 4º ano e 5º ao 6ºano. 
 

Deficiência e direitos humanos: do preconceito à emancipação social
Fernando Fontes
As pessoas com deficiência vivem na sociedade portuguesa numa flagrante situação de exclusão e num contexto social opressivo das suas especificidades. Apesar de sucessivas propostas legislativas e do continuado desenho de políticas sociais, elaboradas no propalado desígnio de conduzir a uma inclusão social deste grupo particularmente vulnerável, a realidade social vem dando prova de uma tenaz perpetuação deste quadro excludente.
Tendo por base a investigação desenvolvida no Centro de Estudos Sociais sobre as histórias de vida das pessoas com deficiência e os contextos da deficiência em Portugal, esta sessão visa sensibilizar os/as alunos/as para a problemática da deficiência, ajudando-os/as a questionar o modo como a deficiência é socialmente construída e a problematizar a exclusão social de que as pessoas com deficiência são alvo na sociedade Portuguesa. Mais especificamente, pretendemos identificar as representações sociais e culturais prevalecentes bem como as barreiras físicas, culturais e sociais que continuam a alimentar este fenómeno de exclusão social.

Observações:
Alunos/as do 7º ao 12º ano

Objetivos de Desenvolvimento do Milénio: sonho ou realidade?
Daniela Nascimento e Paula Duarte Lopes
A sessão pretende dar a conhecer os ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milénio) e a trajetória dos resultados dos mesmos até hoje através da utilização de um software dinâmico disponível online sobre a evolução do desenvolvimento no mundo nos últimos dois séculos. O objetivo é que os/as estudantes consigam identificar as tendências dos últimos anos na área do desenvolvimento à luz da evolução global. Pretende-se alertar para os 8 ODM e para os obstáculos e limitações da sua implementação, identificando linhas de trabalho pós-2015. A sessão contará com recursos audio-visuais e discussão em grupo de algumas questões específicas.

Observações:
níveis de ensino preferenciais: 10º ao 12º anos
 
Disponível só a partir de Keneiro de 2015.
 

Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
A presente proposta de comunicação tomará como ponto de partida a exibição de um filme documentário de 35 minutos produzido no âmbito do projeto “Vidas Marcadas pela História: a Guerra Colonial Portuguesa e os Deficientes das Forças Armadas”; o filme é composto pelas experiências e testemunhos de ex-combatentes que adquiriram deficiência na Guerra Colonial Portuguesa (o trailer do filme está disponível online).
A partir destes testemunhos pretende-se uma valorização deste  conflito de modo da abrir um debate sobre as duradouras marcas que deixou na sociedade portuguesa. Procuramos confrontar a contradição entre o “excesso de memória” destes ex-combatentes (na medida em que carregam as marcas biográficas, psicológicas e corpóreas da Guerra Colonial) o “excesso de memória” dos ex-combatentes (na medida em que carregam as marcas biográficas, psicológicas e corpóreas da Guerra Colonial) e o manifesto silêncio da sociedade portuguesa face a um tão significativo conflito.
A análise produzida procura cruzar um olhar atento sobre o legado da Guerra Colonial com a questão da inclusão social das pessoas com deficiência.

Observações:
Atividade para alunos do 7º ao 9º ano e 10º ao 12º ano.
Disponibilidade em todo o território nacional.
Necessidade de material para a projeção de filme (ligação a colunas de som e data show)

CSI à Portuguesa
Susana Costa
A avaliação das limitações e dos problemas da investigação criminal tem ganho relevo numa época em que o trabalho policial, apoiado em novas tecnologias, como a identificação de indivíduos por perfis de DNA, tem assumido importância crescente.
Quem entra na cena de crime deixa sempre a sua marca. Este é um antigo princípio enunciado por Edmond Locard, válido para o criminoso relativamente ao local do crime, mas igualmente válido para as trocas entre aqueles que têm que investigar o crime.
Nesta sessão pretende-se mostrar a evolução e os impactos sociais, políticos, culturais e organizacionais criados pela tecnologia do DNA nos procedimentos de investigação criminal e perceber de que forma a polícia, enquanto ator social que define e circunscreve a cena do crime, organiza os seus serviços, as suas práticas e a sua própria cultura de saberes com vista a adequar a recolha de vestígios criminais com as tecnologias emergentes associadas à investigação criminal, funções cruciais para a descoberta da verdade e no auxílio à justiça.
Será dado enfoque especial às condições locais do desempenho da atividade policial e suas articulações com os diversos órgãos de polícia criminal por comparação com a atuação das suas congéneres no Reino Unido.

Observações:
Disponível para sessões na Região Norte (preferencialmente área metropolitana do Porto) e Coimbra, estando disponível, em função dos casos concretos, para sessões noutros locais. Necessita de datashow
Atividade para alunos do 10º ao 12º ano.

Economias Solidárias
Teresa Cunha
"A oficina Economias Solidárias tem dois objetivos centrais. O primeiro consiste em esclarecer e problematizar conceitos como economia, economia solidária, pobreza, capitalismo, desenvolvimento e justiça social; o segundo trata de criar uma atmosfera de aprendizagem participativa e crítica através de pedagogias experienciais.
As Economias Solidárias contrariam ideia dominante de que só as coisas novas têm valor e servem para nos fazerem felizes, ao mesmo tempo que estimula um circuito ininterrupto dos bens, serviços e produtos trocados entre todas as pessoas, ampliando as oportunidades de acesso de cada uma e promovendo a igualdade entre elas. A adoção de uma moeda social reforça o caráter convivial e solidário destas experiências e amplia as condições de troca com produtos muito diferentes, como também reconstrói o valor das coisas que queremos trocar conforme o sentido e o valor social que lhes atribuímos por oposição do preço, sempre crescente, que o mercado estabelece.
A primeira parte da oficina será dedicada a uma apresentação e discussão dos conceitos considerados mais importantes à qual se seguirá alguns exercícios pedagógicos que estimulam a participação na construção do conhecimento e também permitem fazer uma experiência vivida de economia solidária dentro da sala de aula. Assumindo que cada pessoa pode e deve ser, simultaneamente, consumidora e produtora – prossumidora -  as pedagogias experienciais proporcionarão ainda a vivência de outras formas de pensar a organização da vida económica no âmbito familiar e social.

Observações:
Níveis de ensino preferenciais: Estudantes do 5º ano ou do 12º ano dos ensino básico e secundário. No entanto esta oficina pode ser oferecida a qualquer ano de escolaridade incluindo o 1º ciclo.

  1. A oficina tem uma duração mínima de 60 minutos e máxima de 90 minutos.
  2. Número máximo de participantes por oficina: 20

A CIDADE MÚLTIPLA: O desenvolvimento sustentável das cidades numa perspectiva multidisciplinar
António Olaio, Cláudia Pato de Carvalho, João Paulo Cardielos e Luísa Trindade
Esta proposta pretende levar às escolas uma perspectiva alargada do impacto que a urbanização tem vindo a exercer sobre os sistemas naturais e sociais. As comunidades necessitam de reinventar as suas formas de vivência e reforçar a sua participação, redefinindo os caminhos para a resolução das questões inerentes à urbanização e organização dos territórios habitados. Para isso, importa activar todos os agentes mobilizadores e também os cidadãos para a relevância dos papéis que, conjunta ou individualmente, podem exercer.
A arquitectura, as cidades e os territórios da contemporaneidade são as novas paisagens e serão pretexto para a discussão dos caminhos desejados do desenvolvimento sustentável e das sempre renovadas responsabilidades disciplinares. Poderemos falar de ambiente, de energia e de eficiência energética, bem como das responsabilidades colectivas e individuais, no fundo, das pessoas e dos seus modos de vida, a sua mobilidade crescente ou as suas relações com o património material e imaterial.

Observações:
Propomos a organização de várias sessões, ou uma sessão com vários módulos: 

  1. Os sistemas naturais, as comunidades urbanas e a eficiência energética;
  2. Cidade, património e identidade: sentido de pertença, usufruto e qualidade de vida;
  3. Cidade, participação cívica e identidade: o envolvimento das comunidades na construção do urbano;
  4. A arte enquanto acto urbano.
Faixa etária: Este terá que ser um trabalho orientado para os grupos etários mais avançados (secundário - do 10º ao 12º ano) - onde a preparação e conhecimento adquiridos começam a permitir uma sensibilidade mínima às questões da complexidade dos temas e dos sistemas espaciais e urbanos.

"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência com base na homofobia e transfobia
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos, Beatrice Gusmano, Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Pablo Pérez Navarro e Tatiana Motterle
A Constituição da República Portuguesa proíbe, no seu artigo 13º, a discriminação com base na orientação sexual. Ainda assim, a discriminação dá muitas vezes lugar à violência, com consequências sérias como o bullying e o suicídio. Nesta sessão abordam-se questões relacionadas com a orientação sexual e identidade de género, com base na Sociologia da Sexualidade e no Direito. Pretende-se refletir coletivamente acerca de mitos, factos e custos associados à discriminação e à violência sexual enquanto elementos que violam os direitos humanos de todas as pessoas. Questões para debate incluem: a) Como podem as sociedades contemporâneas preparar uma resposta mais eficaz face ao ódio e violência contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros? b) Qual o papel que cada um/a de nós deve desempenhar, e qual a nossa responsabilidade individual e coletiva? A sessão está organizada da seguinte forma: 1) Conceitos; 2) Direitos LGBT; 3) Discriminação com base na orientação sexual e na identidade de género; 4) Violência homofóbica/ transfóbica; 5) Ferramentas anti-discriminação.
Esta sessão está integrada no projeto INTIMATE, financiado pelo European Research Council

Observações:
A sessão está estruturada para 60 minutos, podendo ser reajustada para 90m, destinando-se preferencialmente a alunas/os entre o 10º e o 12º anos, ou nível universitário. Adequado a todas as áreas curriculares do ensino secundário.
N.º limite de participantes : 40
 

Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
No atual contexto de crise e recessão económica o emprego precário e o desemprego adquirem um estatuto cativo na nossa sociedade. A sua gravidade não está apenas relacionada com os níveis de duração do desemprego, mas cada vez mais com o declínio da qualidade dos empregos disponíveis.

Em finais de 2013, apesar das taxas de desemprego terem apresentado um ligeiro decréscimo, Portugal continuava a registar valores mais elevados do que a média da União Europeia. Este cenário apresenta duas tendências: um forte aumento do desemprego jovem e um peso cada vez maior do desemprego de longa duração, que o fraco crescimento económico parece não alterar.

Com a transição dos jovens da escola para o mundo do trabalho cada vez mais lenta e difícil, implicando diversos itinerários, descontinuidades e períodos de inatividade, a crise do emprego jovem não é mais uma mera evolução transitória relacionada com os ciclos económicos, mas uma tendência estrutural que compromete o futuro dos jovens e os empurra para estratégias de emigração forçada.

Neste cenário, importa dar a conhecer o contexto do emprego e desemprego em Portugal e que mudanças nas políticas económicas e de emprego importa implementar, que não agravem a insegurança quanto ao presente e ao futuro.

Observações:
Níveis de ensino: 10.º a 12.º anos

As prisões no Estado Novo (1933-1974)
Miguel Cardina
Uma das dimensões fundamentais da ditadura portuguesa do Estado Novo (1933-1974) foi a repressão de quem manifestava opiniões ou posicionamentos políticos contrários à ordem vigente. O regime serviu-se de uma rede de cadeias em Portugal e nas antigas colónias e de um sistema jurídico que legitimava a punição e o encarceramento dos opositores políticos
Com a consciência de que a temática da repressão na ditadura é hoje pouco conhecida pelos jovens e fugazmente abordada nas aulas, propõe-se uma sessão de 90 minutos sobre o tema.
A par da apresentação do assunto, pretende-se elencar alguns depoimentos, analisar imagens e/ou excertos de filmes e suscitar o debate com os alunos sobre as questões relativas à história recente de Portugal e à relação entre ditadura, democracia e direitos humanos.

Observações:
Atividade destinada a alunos do 10º ao 12º ano.
Apresentação exclusiva na Região Centro.

Igualdade não é (só) assunto de mulheres...
Sílvia Roque e Teresa Maneca Lima
A igualdade entre homens e mulheres tem sido lenta e gradual. Nas esferas do trabalho, pública ou doméstica, os papéis desempenhados por mulheres e homens continuam, muitas vezes, a ser diferenciados.
Hoje, as mulheres representam, em todo o mundo, cerca de 40% da força de trabalho remunerado. No entanto, estamos ainda longe de alcançar a mesma proporção de representação masculina nas tarefas domésticas e de cuidado. Vários estudos apontam para a importância do envolvimento de jovens do sexo masculino e homens no caminho que pode levar à igualdade de género, contribuindo para a formação de jovens mais equitativos e para a prevenção da violência.
Esta sessão tem por objetivo sensibilizar os alunos para a importância da prevenção da violência de género, apresentando exemplos, em todo o mundo, de estratégias de inclusão do sexo masculino na luta pela igualdade.

Observações:
Níveis de ensino: 10º ao 12.º ano

Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
Uma das mais importantes conquistas do século XX foi o reconhecimento da importância, valor e universalidade dos Direitos Humanos. Esta sessão pretende dar a conhecer aos estudantes a evolução do sistema de proteção dos Direitos Humanos, os seus instrumentos e principais instituições no plano universal e regional, com particular destaque para o sistema europeu de proteção dos direitos humanos. A reflexão em torno deste tema, seus níveis de garantia, respeito e proteção será igualmente feita por relação com o caso português e recorrendo a exemplos do quotidiano com os quais os estudantes se possam identificar. Esta será uma sessão interativa e incluirá a visualização de pequenos vídeos sobre o tema.

Observações:
Níveis de ensino preferenciais: 10º/11º/12º
Apenas disponível a partir de 1 de Janeiro de 2015




















Agendamento de sessões



Sessões

5 de janeiro de 2015, 10h30, Agrupamento de Escolas Rafael Bordalo Pinheirto, Caldas da Rainha
Igualdade não é (só) assunto de mulheres...
Sílvia Roque e Teresa Maneca Lima
5 de janeiro de 2015, 11h45, Agrupamento de Escolas Rafael Bordalo Pinheirto, Caldas da Rainha
Igualdade não é (só) assunto de mulheres...
Sílvia Roque e Teresa Maneca Lima
7 de janeiro de 2015, 03h15, Escola Secundária de Lima-de-Faria, Cantanhede
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
7 de janeiro de 2015, 14h30, Escola Básica e Secundária do Padrão da Légua, R. dos Fogueteiros, Custóias - Matosinhos
Igualdade não é (só) assunto de mulheres...
Sílvia Roque e Teresa Maneca Lima
12 de janeiro de 2015, 14h15, Agrupamento de Escolas da Mealhada - Escola Básica Nº2 da Pampilhosa, Pampilhosa
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
15 de janeiro de 2015, 15h15, Infanta Dona Maria, Coimbra
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
16 de janeiro de 2015, 10h10, Escola Secundária José Loureiro Botas, Vieira de Leiria
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
19 de janeiro de 2015, 10h30, Externato Cooperativo da Benedita, Benedita
CSI à Portuguesa
Susana Costa
20 de janeiro de 2015, 15h00, Escola Secundária de Peniche, Peniche
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
22 de janeiro de 2015, 15h00, Escola Básica de Montemor-o-Velho, Montemor-o-Velho
Deficiência e direitos humanos: do preconceito à emancipação social
Fernando Fontes
26 de janeiro de 2015, 03h05, Secundária de Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
CSI à Portuguesa
Susana Costa
28 de janeiro de 2015, 08h30, Agrupamento de Escolas de Mealhada- EB2,3 de Mealhada, Coimbra
Migrações Internacionais - os fluxos migratórios dos jogadores de futebol
Carlos Nolasco
29 de janeiro de 2015, 09h00, Secundária Garcia de Orta, Foz - Porto
A CIDADE MÚLTIPLA: O desenvolvimento sustentável das cidades numa perspectiva multidisciplinar
António Olaio, Cláudia Pato de Carvalho, João Paulo Cardielos e Luísa Trindade
30 de janeiro de 2015, 10h30, Escola Básica de Fãnzeres- Agrupamentos de Escolas de Santa Bárbara, Fânzeres
Deficiência e direitos humanos: do preconceito à emancipação social
Fernando Fontes
19 de fevereiro de 2015, 02h30, Agrupamento de Escolas de Mealhada - Escola Básica nº2 da Pampilhosa, Pampilhosa
Migrações Internacionais - os fluxos migratórios dos jogadores de futebol
Carlos Nolasco
20 de fevereiro de 2015, 10h00, Secundária da Maia, Maia
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
25 de fevereiro de 2015, 10h15, Escola Básica e Secundária Quinta das Flores, Coimbra
Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
4 de março de 2015, 02h30, Básica e Secundária do Padrão da Légua, Custóias- Matosinhos
CSI à Portuguesa
Susana Costa
9 de abril de 2015, 10h15, Escola Secundária Adolfo Portela, Águeda
A CIDADE MÚLTIPLA: O desenvolvimento sustentável das cidades numa perspectiva multidisciplinar
António Olaio, Cláudia Pato de Carvalho, João Paulo Cardielos e Luísa Trindade
13 de abril de 2015, 14h05, Agrupamento Escolas Martinho Árias-Soure, Soure
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
8 de maio de 2015, 10h00, Escola Básica Vale Aveiras, Aveiras de Cima - Azambuja
Deficiência e direitos humanos: do preconceito à emancipação social
Fernando Fontes


Sessões passadas

2014/2015


10 de dezembro de 2014, 11h40, Escola Secundária de Peniche, Peniche
A CIDADE MÚLTIPLA: O desenvolvimento sustentável das cidades numa perspectiva multidisciplinar
António Olaio, Cláudia Pato de Carvalho, João Paulo Cardielos e Luísa Trindade
4 de dezembro de 2014, 23h00, Escola Secundária de Peniche, Peniche
Árvore das Memórias: Lugares e saberes do sul
Pedro Pereira Leite
3 de dezembro de 2014, 02h30, Gomes Teixeira, Porto
Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
2 de dezembro de 2014, 15h00, Escola Secundária de Peniche, Peniche
"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência com base na homofobia e transfobia
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos, Beatrice Gusmano, Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Pablo Pérez Navarro e Tatiana Motterle
2 de dezembro de 2014, 10h00, Escola Secundária de Peniche, Peniche
Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia
1 de dezembro de 2014, 11h50, Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha
"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência com base na homofobia e transfobia
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos, Beatrice Gusmano, Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Pablo Pérez Navarro e Tatiana Motterle
1 de dezembro de 2014, 10h10, Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha
"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência com base na homofobia e transfobia
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos, Beatrice Gusmano, Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Pablo Pérez Navarro e Tatiana Motterle
26 de novembro de 2014, 14h00, Secundária da Sertã
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
26 de novembro de 2014, 12h00, Secundária Infanta D. Maria, Coimbra
Igualdade não é (só) assunto de mulheres...
Sílvia Roque e Teresa Maneca Lima
21 de novembro de 2014, 14h00, Escola Secundária Adolfo Portela, Águeda
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
21 de novembro de 2014, 10h10, Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha
Quando o sonho americano é interrompido. O impacto da deportação na vida dos imigrantes
Katia Cardoso
18 de novembro de 2014, 15h00, Escola Secundária de Peniche, Peniche
Igualdade não é (só) assunto de mulheres...
Sílvia Roque e Teresa Maneca Lima
14 de novembro de 2014, 14h45, Escola Secundária de Peniche, Peniche
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
12 de novembro de 2014, 10h10, Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha
Árvore das Memórias: Lugares e saberes do sul
Pedro Pereira Leite
27 de outubro de 2014, 15h10, Esc Secundária Dr Mario Sacramento, Aveiro
Quando o sonho americano é interrompido. O impacto da deportação na vida dos imigrantes
Katia Cardoso
27 de outubro de 2014, 13h30, Esc Secundária Dr Mario Sacramento, Aveiro
Quando o sonho americano é interrompido. O impacto da deportação na vida dos imigrantes
Katia Cardoso
24 de outubro de 2014, 12h00, E.B.S. Dr. Ferreira da Silva, Cucujães, Oliveira de Azeméis
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
3 de março de 2014, 09h30, Agrupamento de Escolas de Santa Bárbara, Fânzeres (Gondomar)
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
13 de fevereiro de 2014, 12h00, Secundária Infanta D. Maria, Coimbra
"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência com base na homofobia e transfobia
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos, Beatrice Gusmano, Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Pablo Pérez Navarro e Tatiana Motterle

2013/2014


12 de junho de 2014, 02h00, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO), Coimbra
Deficiência, Corpo e Exclusão Social
Bruno Sena Martins, Lia Paiva, Marcia Moraes e Maria Rita Campello
5 de junho de 2014, 10h00, Agrupamento de Escolas da Mealhada, Escola nº2 de Pampilhosa, Pampilhosa
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
29 de maio de 2014, 14h30, Agrupamento Escolas Albergaria a Velha, Albergaria a Velha
Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
29 de maio de 2014, 10h00, Escola Secundária Jorge Peixinho, Quinta do Anjo
Os caminhos de Alice e as alternativas para a Europa. Aprender e transformar a partir das inovações sociais e da diversidade do mundo
Alice Cruz, Aline Mendonça, Antoni Jesús Aguiló, Boaventura de Sousa Santos, Bruno Sena Martins, Catarina Antunes Gomes, Cecília MacDowell Santos, Cristiano Gianolla, Dhruv Pande, Élida Lauris, Eva Maria Garcia Chueca, Francisco Freitas, José Luis Exeni, José Manuel Mendes, Julia Suárez-Krabbe, Luciane Lucas dos Santos, Mara Bicas, Maria Paula Meneses, Maurício Hashizume, Raúl Fernández, Sara Araújo, Teresa Cunha e Tshepo Madlingozi
21 de maio de 2014, 10h00, secundária infanta d. maria, coimbra
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
21 de maio de 2014, 08h30, Básica Eugénio de Castro, Coimbra
Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
8 de maio de 2014, 08h30, Básica Eugénio de Castro, Coimbra
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
7 de maio de 2014, 10h00, Agrupamento de Escolas Soares Basto, Oliveira de Azeméis
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
4 de maio de 2014, 14h00, EB 2/3 de Arazede - Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho, Arazede - Montemor-o-Velho
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
2 de maio de 2014, 14h00, Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, Leiria
Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia
2 de maio de 2014, 11h25, EB 2/3 de Arazede - Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho, Arazede - Montemor-o-Velho
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
30 de abril de 2014, 10h00, Agrupamento escolas Martinho Árias - Soure, Soure
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
30 de abril de 2014, 09h00, Secundária Marques de Castilho, Águeda
"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência com base na homofobia e transfobia
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos e Luciana Moreira Silva
29 de abril de 2014, 14h00, Colégio Bissaya Barreto, Bencanta - Coimbra
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
29 de abril de 2014, 10h20, Escola Secundária D. Duarte, Coimbra
As prisões no Estado Novo (1933-1974)
Miguel Cardina
28 de abril de 2014, 10h30, 2/3 Jorge de Montemor, Montemor-o-Velho
Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
28 de abril de 2014, 10h00, 2/3 Drº José Santos Bessa - Carapinheira, Carapinheira - Montemor-o-Velho
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
28 de abril de 2014, 02h30, 2/3 Jorge de Montemor, Montemor
Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
24 de abril de 2014, 14h00, 2/3 Drº José Santos Bessa - Carapinheira, Carapinheira - Montemor-o-Velho, Montemor-o-Velho
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
24 de abril de 2014, 10h15, Instituto Pedro Hispano, Granja do Ulmeiro, Soure
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
23 de abril de 2014, 14h45, Secundária Marques de Castilho, Águeda
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
23 de abril de 2014, 10h00, Escola Secundária Adolfo Portela, Águeda
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
4 de abril de 2014, 15h00, Biblioteca Municipal de Mêda/ Agrupamento de Escolas de Meda, Meda
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
4 de abril de 2014, 14h00, Biblioteca Municipal de Mêda/ Agrupamento de Escolas de Meda, Mêda
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
4 de abril de 2014, 11h00, Biblioteca Municipal de Mêda/ Agrupamento de > Escolas de Meda, Mêda., Meda
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
3 de abril de 2014, 14h00, Agrupamento de escolas de montemor-o-velho, Montemor-o-velho
CSI à Portuguesa
Susana Costa
3 de abril de 2014, 10h00, Agrupamento de Escolas da Sertã, Sertã
Migrações Internacionais - os fluxos migratórios dos jogadores de futebol
Carlos Nolasco
28 de março de 2014, 16h00, Escola Secundária de Estarreja (Agrupamento), Estarreja, Estarreja
"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência com base na homofobia e transfobia
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos e Luciana Moreira Silva
26 de março de 2014, 14h00, Agrupamento de Escolas Martinho Árias - Soure, Soure
Tráfico laboral em Portugal: desafios e direitos
Elisabete Pessanha e Madalena Duarte
25 de março de 2014, 14h00, Agrupamento de Escolas Martinho Árias - Soure, Soure
Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia
24 de março de 2014, 15h00, Escola Secundária de Estarreja (Agrupamento), Estarreja
"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência com base na homofobia e transfobia
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos e Luciana Moreira Silva
20 de março de 2014, 10h20, Dr. Manuel Fernandes, Abrantes
Igualdade em diálogo
Mónica Lopes e Sara Portovedo
12 de março de 2014, 11h00, Agrupamento de Escolas da Murtosa, Murtosa
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
10 de março de 2014, 14h30, Escola Secundária de Pombal (Agrupamento de Escolas de Pombal), Pombal
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
26 de fevereiro de 2014, 10h00, Escola Secundária de Pombal (Agrupamento de Escolas de Pombal), Pombal
As prisões no Estado Novo (1933-1974)
Miguel Cardina
21 de fevereiro de 2014, 10h00, Escola Secundária de Peniche, Peniche
As prisões no Estado Novo (1933-1974)
Miguel Cardina
13 de fevereiro de 2014, 17h00, Escola E. B. 2, 3 Marquês de Pomba, Pombal
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
13 de fevereiro de 2014, 16h00, Escola E. B. 2, 3 Marquês de Pomba, Pombal
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
13 de fevereiro de 2014, 15h00, Escola E. B. 2, 3 Marquês de Pomba, Pombal
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
13 de fevereiro de 2014, 12h00, Escola E. B. 2, 3 Marquês de Pomba, Pombal
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
13 de fevereiro de 2014, 11h00, Escola E. B. 2, 3 Marquês de Pomba, Pombal
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
13 de fevereiro de 2014, 10h00, Escola E. B. 2, 3 Marquês de Pombal, Pombal
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
13 de fevereiro de 2014, 8h25 - 16h55, Escola E. B. 2, 3 Marquês de Pombal, Pombal
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
13 de fevereiro de 2014, 00h00, Escola E. B. 2, 3 Marquês de Pomba, Pombal
Oficina de ambiente: uma teia de relações
Lays Paes e Silva e Lúcia de Oliveira Fernandes
4 de fevereiro de 2014, 14h00, Secundária Infanta D. Maria, Coimbra, Coimbra
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
4 de fevereiro de 2014, 10h15, Secundária Infanta Dona Maria, Coimbra
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
29 de janeiro de 2014, 14h45, Secundária Marques de Castilho, Águeda
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
23 de janeiro de 2014, 14h00, Agrupamento de Escola de Oliveira de Frades, Oliveira de Frades
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
22 de janeiro de 2014, 14h45, Secundária Marques de Castilho, Águeda
Tráfico laboral em Portugal: desafios e direitos
Elisabete Pessanha e Madalena Duarte
21 de janeiro de 2014, 15h00, Escola Secundária de Peniche, Peniche
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
20 de janeiro de 2014, 14h00, Escola dos 2º e 3º Ciclos com Sec. Padre António Morais Fonseca, Murtosa
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
15 de janeiro de 2014, 14h45, Secundária MArques de Castilho, Águeda
"Problema" meu? Mulheres, deficiência e estigma
Ana Cristina Santos, Ana Lúcia Santos, Bruno Sena Martins, Cláudia Nogueira e Fernando Fontes
14 de janeiro de 2014, 14h30, Martinho Árias - Soure, Soure
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
8 de janeiro de 2014, 10h00, Secundária Marques de Castilho, Águeda
Objetivos de Desenvolvimento do Milénio: sonho ou realidade?
Daniela Nascimento e Paula Duarte Lopes
8 de janeiro de 2014, 02h00, Secundária Marques de Castilho, Águeda
Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia
13 de dezembro de 2013, 15h00, Escola Secundária de Peniche, Peniche
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
13 de dezembro de 2013, 12h00, Sec. Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
11 de dezembro de 2013, 14h00, Secundária Marques de Castilho, Águeda
Tráfico laboral em Portugal: desafios e direitos
Elisabete Pessanha e Madalena Duarte
11 de dezembro de 2013, 10h00, Martinho Árias - Soure, Soure
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
10 de dezembro de 2013, 15h25, Secundária Infanta D. Maria, Coimbra
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
9 de dezembro de 2013, 14h30, Agrupamento de Escola Martim de Freitas, Coimbra
Igualdade em diálogo
Mónica Lopes e Sara Portovedo
9 de dezembro de 2013, 14h00, 3º ciclo e Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha
Igualdade em diálogo
Mónica Lopes e Sara Portovedo
3 de dezembro de 2013, 14h00, Agrupamento de Escolas Finisterra, Cantanhede, Cantanhede, Cantanhede
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
3 de dezembro de 2013, 02h00, Agrupamento de Escolas Finisterra, Cantanhede, Cantanhede
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
2 de dezembro de 2013, 10h00, Agrupamento de escolas do cerco, Porto
Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia
28 de novembro de 2013, 14h00, Escola Secundária D. Duarte - Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste, Coimbra
Migrações Internacionais - os fluxos migratórios dos jogadores de futebol
Carlos Nolasco
28 de novembro de 2013, 11h50, Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes, Abrantes
Quando o sonho americano é interrompido. O impacto da deportação na vida dos imigrantes
Katia Cardoso
27 de novembro de 2013, 14h45, Secundária Marques de Castilho, Águeda
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
22 de novembro de 2013, 10h00, Escola Secundária de Peniche, Av. 25 de Abril 2520-202 Peniche
As vozes femininas no Atlântico Negro. O que a arte e literatura podem oferecer
Fabrice Schurmans
20 de novembro de 2013, 14h45, Secundária Marques de Castilho, Águeda
Igualdade em diálogo
Mónica Lopes e Sara Portovedo
20 de novembro de 2013, 10h00, Secundária Garciade Orta, Porto
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
19 de novembro de 2013, 15h00, Escola Secundária de Peniche, Peniche
Os caminhos de Alice e as alternativas para a Europa. Aprender e transformar a partir das inovações sociais e da diversidade do mundo
Alice Cruz, Aline Mendonça, Antoni Jesús Aguiló, Boaventura de Sousa Santos, Bruno Sena Martins, Catarina Antunes Gomes, Cecília MacDowell Santos, Cristiano Gianolla, Dhruv Pande, Élida Lauris, Eva Maria Garcia Chueca, Francisco Freitas, José Luis Exeni, José Manuel Mendes, Julia Suárez-Krabbe, Luciane Lucas dos Santos, Mara Bicas, Maria Paula Meneses, Maurício Hashizume, Raúl Fernández, Sara Araújo, Teresa Cunha e Tshepo Madlingozi
12 de novembro de 2013, 10h00, Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
31 de outubro de 2013, 08h30, Escola Profissional Raul Dória, Porto
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
22 de outubro de 2013, 14h00, Escola Profissional Raul Dória, Porto
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
14 de março de 2013, 11h30, Secundária Oliveira Junior, S.João da Madeira
Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia

2012/2013


5 de julho de 2013, 11h50, Eb 2,3 c/ Sec José Falcão, Miranda do Corvo
Objetivos de Desenvolvimento do Milénio: sonho ou realidade?
Daniela Nascimento e Paula Duarte Lopes
5 de junho de 2013, 14h00, Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo
Objetivos de Desenvolvimento do Milénio: sonho ou realidade?
Daniela Nascimento e Paula Duarte Lopes
27 de maio de 2013, 14h30, Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha, Albergaria-a-Velha
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
17 de maio de 2013, 10h00, Escola secundária Dr. Manuel Fernandes, Abrantes
Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia
15 de maio de 2013, 14h00, Escola Secundária Marques de Castilho, Águeda
Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
15 de maio de 2013, 08h25, Secundária José Estêvão, Aveiro
Minas a explodir nos substantivos": poesia da guerra colonial
Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Margarida Calafate Ribeiro e Mónica Silva
10 de maio de 2013, 14h00, Agrupamento de Escolas Coimbra Centro - Escola Secundária de Jaime Cortesão, Coimbra
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
9 de maio de 2013, 14h30, Escola Secundária Marques de Castilho, Águeda
Objetivos de Desenvolvimento do Milénio: sonho ou realidade?
Daniela Nascimento e Paula Duarte Lopes
9 de maio de 2013, 10h00, Agrupamento de escolas de Castelo de Paiva, Castelo de Paiva
Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia
8 de maio de 2013, 14h00, Colégio Bissaya Barreto, Coimbra
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
7 de maio de 2013, 03h30, Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes, Abrantes
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
26 de abril de 2013, 10h00, Escola Secundária C/3 Ciclo do Ensino Básico Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz
As prisões no Estado Novo (1933-1974)
Miguel Cardina
24 de abril de 2013, 14h00, Escola Secundária Marques de Castilho, Águeda
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
24 de abril de 2013, 11h00, Escola Secundária C/3 Ciclo do Ensino Básico Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz
As prisões no Estado Novo (1933-1974)
Miguel Cardina
24 de abril de 2013, 10h30, Escola Secundária de Montemor- o-Velho, Montemor-o-Velho
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
22 de abril de 2013, 10h30, EBI de Pereira, Montemor-o-Velho
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
17 de abril de 2013, 14h00, Escola Secundária Marques de Castilho, Águeda
Ciências Sociais e Humanidades: uma introdução
Carlos Nolasco
16 de abril de 2013, 12h00, Secundária Infanta D. maria, Coimbra
Migrantes nas malhas do crime: tráfico de seres humanos e auxílio à imigração ilegal
Maria João Guia
15 de abril de 2013, 11h50, José Estevão, Aveiro
Minas a explodir nos substantivos": poesia da guerra colonial
Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Margarida Calafate Ribeiro e Mónica Silva
12 de abril de 2013, 12h00, Secundária de Adolfo Portela, Águeda
Objetivos de Desenvolvimento do Milénio: sonho ou realidade?
Daniela Nascimento e Paula Duarte Lopes
14 de março de 2013, 10h30, Agrupamento de Escolas da Sertã, Sertã
Objetivos de Desenvolvimento do Milénio: sonho ou realidade?
Daniela Nascimento e Paula Duarte Lopes
6 de março de 2013, 12h30, Escola Secundária da Mealhada, Mealhada
Minas a explodir nos substantivos": poesia da guerra colonial
Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Margarida Calafate Ribeiro e Mónica Silva
6 de março de 2013, 08h30, Escola Secundária da Mealhada, Mealhada
Minas a explodir nos substantivos": poesia da guerra colonial
Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Margarida Calafate Ribeiro e Mónica Silva
19 de fevereiro de 2013, 10h20, Escola Secundária da Mealhada, Mealhada
Juventude, Precariedade e (Des)emprego: que avaliação na atual sociedade portuguesa?
Teresa Maneca Lima
14 de fevereiro de 2013, 10h20, Fernando Namora, Condeixa
Dar voz às doenças: o papel das associações de doentes na promoção dos direitos
Marta Roriz
6 de fevereiro de 2013, 12h00, Secundária de Adolfo Portela, Águeda
As prisões no Estado Novo (1933-1974)
Miguel Cardina
5 de fevereiro de 2013, 14h00, Secundária Dr. Mário Sacramento, Aveiro
Orçamento Participativo: um exercício lúdico de cidadania na escola
Giovanni Allegretti, Maria Andréa Luz da Silva, Maria Margareth Lins Rossal, Neiara Morais e Sofia Antunes
31 de janeiro de 2013, 14h00, Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha
Orçamento Participativo: um exercício lúdico de cidadania na escola
Giovanni Allegretti, Maria Andréa Luz da Silva, Maria Margareth Lins Rossal, Neiara Morais e Sofia Antunes
30 de janeiro de 2013, 11h30, Agrupamento de Escolas Martinho Arias - Soure, Soure
Igualdade em diálogo
Mónica Lopes e Sara Portovedo
23 de janeiro de 2013, 08h30, Escola Prof. Raul Dória, Porto
Tráfico laboral em Portugal: desafios e direitos
Elisabete Pessanha e Madalena Duarte
22 de janeiro de 2013, 10h15, Escola Prof. Raul Dória, Porto
Tráfico laboral em Portugal: desafios e direitos
Elisabete Pessanha e Madalena Duarte
11 de janeiro de 2013, 14h30, Agrupamento de Escolas Martinho Arias - Soure, Soure
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
8 de janeiro de 2013, 10h30, Agrupamento de escolas de Mirandela, Mirandela
Seremos todos Iguais e Livres? Os Direitos Humanos no mundo
Daniela Nascimento
6 de dezembro de 2012, 14h00, EB Jorge de Montemor, Montemor - o- Velho
Orçamento Participativo: um exercício lúdico de cidadania na escola
Giovanni Allegretti, Maria Andréa Luz da Silva, Maria Margareth Lins Rossal, Neiara Morais e Sofia Antunes
6 de dezembro de 2012, 12h00, nº2 de Pampilhosa, Pampilhosa
Orçamento Participativo: um exercício lúdico de cidadania na escola
Giovanni Allegretti, Maria Andréa Luz da Silva, Maria Margareth Lins Rossal, Neiara Morais e Sofia Antunes
5 de dezembro de 2012, 10h10, Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha
Quem entra na cena do crime deixa sempre a sua marca 
Susana Costa
28 de novembro de 2012, 14h30, EBI de Pereira, Coimbra
Orçamento Participativo: um exercício lúdico de cidadania na escola
Giovanni Allegretti, Maria Andréa Luz da Silva, Maria Margareth Lins Rossal, Neiara Morais e Sofia Antunes
23 de novembro de 2012, 10h00, Quinta das Flores, Coimbra
Migrações e Fronteiras
Carlos Nolasco

2011/2012


15 de maio de 2012, 09h00, Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo, Leiria
Oficina de Poesia
Graça Capinha, Luciana Moreira Silva e Rita Grácio
9 de maio de 2012, 22h00, escola secundaria de Jaime Cortesão, Coimbra
Nós e os outros: migrações, o mundo e a "casa"
Elsa Lechner e Marina Galvanese
9 de maio de 2012, 14h00, secundária indanta d. maria, coimbra
"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência
Ana Cristina Santos
8 de maio de 2012, 10h15, Instituto Pedro Hispano, Granja do ulmeiro- Soure
"Direitos LGBT são Direitos Humanos": ferramentas para combater a discriminação e a violência
Ana Cristina Santos
2 de maio de 2012, 10h00, Secundária Emídio Navarro, Viseu
Justiças, Sociedades e Transformação
Conceição Gomes, Élida Lauris, Maria Paula Meneses e Tiago Ribeiro
27 de abril de 2012, Sessão repete 14:30, Agrupamento de Escolas da Mealhada, Mealhada
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
24 de abril de 2012, 20h00, Secundária de Jaime Cortesão, Coimbra
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
24 de abril de 2012, 14h00, Secundária de Jaime Cortesão, Coimbra
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
19 de abril de 2012, 10h15, Instituto Pedro Hispano, Granja do Ulmeiro, Soure
A Construção Social das Masculinidades
Ana Cristina Santos
18 de abril de 2012, 20h00, escola secundaria de Jaime Cortesão, Coimbra
A odisseia do princípio da igualdade no Direito de Família em Portugal
Patrícia Branco e Paula Casaleiro
18 de abril de 2012, 20h00, escola secundaria de Jaime Cortesão, Coimbra
Do Familly Guy ao Twitter: media, violências e interculturalidade
Sofia José Santos
18 de abril de 2012, 10h20, Secundária de Jaime Cortesão, Coimbra
Do Familly Guy ao Twitter: media, violências e interculturalidade
Sofia José Santos
17 de abril de 2012, 16h30, Básica e Secundária de Macedo de Cavaleiros, Macedo de Cavaleiros
Do Familly Guy ao Twitter: media, violências e interculturalidade
Sofia José Santos
17 de abril de 2012, 10h00, Agrupamento de Escolas de Soure, Soure
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
13 de abril de 2012, 14h30, Agrupamento Escolas S. João de Loure, S. João de Loure
Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
13 de abril de 2012, 10h00, Colégio de Nossa Senhora de Fátima, Leiria
Nós e os outros: migrações, o mundo e a "casa"
Elsa Lechner e Marina Galvanese
12 de abril de 2012, 11h45, Secundária de Emídio Navarro, Viseu
"Minas a explodir nos substantivos": poesia da guerra colonial
Hélia Santos, Luciana Moreira Silva, Margarida Calafate Ribeiro e Mónica Silva
11 de abril de 2012, 08h30, Escola Básica 2/3 Jorge de Montemor, Montemor-o-Velho
Oficina de Poesia
Graça Capinha, Luciana Moreira Silva e Rita Grácio
5 de abril de 2012, 10h20, Secundária de Jaime Cortesão, Coimbra
Deficiência e exclusão social em Portugal
Aleksandra Berg, Bruno Sena Martins e Fernando Fontes
27 de março de 2012, 10h30, Agrupamento de Escolas da Mealhada, MEALHADA
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
23 de março de 2012, 10h30, Agrupamento de Escolas de Tondela/ Escola Secundária de Molelos, Molelos- Tondela
Nós e os outros: migrações, o mundo e a "casa"
Elsa Lechner e Marina Galvanese
22 de março de 2012, 14h30, Colégio São Teotónio, Coimbra
Deficiência e exclusão social em Portugal
Aleksandra Berg, Bruno Sena Martins e Fernando Fontes
20 de março de 2012, 15h00, Agrupamento de Escolas de Ansião, Ansião
Ficheiros secretos da Guerra Colonial: Alianças escondidas, mapas imaginados.
Bruno Sena Martins, Celso Braga Rosa e Maria Paula Meneses
20 de março de 2012, 10h00, Agrupamento de Escolas de Ansião, Ansião
Ficheiros secretos da Guerra Colonial: Alianças escondidas, mapas imaginados.
Bruno Sena Martins, Celso Braga Rosa e Maria Paula Meneses
19 de março de 2012, 19h30, Agrupamento de Escolas de Soure, Soure
ABRIL vai à Escola
Maria Manuela Cruzeiro
18 de março de 2012, 10h15, Instituto Pedro Hispano, Granja do Ulmeiro, Soure
Deficiência e exclusão social em Portugal
Aleksandra Berg, Bruno Sena Martins e Fernando Fontes
16 de março de 2012, 10h00, Agrupamento de Escolas de Soure
Nós e os outros: migrações, o mundo e a "casa"
Elsa Lechner e Marina Galvanese
15 de março de 2012, 15h00, Agrupamento de Escolas de Soure, Soure
Quando o sonho americano é interrompido. O impacto da deportação na vida dos imigrantes
Katia Cardoso
13 de março de 2012, 00h00, Agrupamento de Escolas de Soure, Soure
As prisões no Estado Novo (1933-1974)
Miguel Cardina
8 de março de 2012, 11h45, Secundária de Emídio Navarro, Viseu
Do Familly Guy ao Twitter: media, violências e interculturalidade
Sofia José Santos
7 de março de 2012, 14h15, Secundária com 2.º e 3.º CEB da Quinta das Flores, Coimbra
Testemunhos da Guerra Colonial Portuguesa: a História em filme
Bruno Sena Martins
2 de março de 2012, 14h30, EBS Dr. Pascoal José de Mello, Ansião
Ficheiros secretos da Guerra Colonial: Alianças escondidas, mapas imaginados.
Bruno Sena Martins, Celso Braga Rosa e Maria Paula Meneses
24 de fevereiro de 2012, 10h30, Secundária Fernando Namora, Condeixa
Nós e os outros: migrações, o mundo e a "casa"
Elsa Lechner e Marina Galvanese
23 de fevereiro de 2012, 10h10, Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova, Condeixa-a-Nova
Nós e os outros: migrações, o mundo e a "casa"
Elsa Lechner e Marina Galvanese
16 de fevereiro de 2012, 16h00, Secundária de Emídio Navarro, Viseu
A odisseia do princípio da igualdade no Direito de Família em Portugal
Patrícia Branco e Paula Casaleiro
10 de janeiro de 2012, 10h00, Agrupamento de Escolas de Soure
Deficiência e exclusão social em Portugal
Aleksandra Berg, Bruno Sena Martins e Fernando Fontes
4 de janeiro de 2012, 10h30, Secundária Fernando Namora, Condeixa-a-Nova
Deficiência e exclusão social em Portugal
Aleksandra Berg, Bruno Sena Martins e Fernando Fontes
16 de dezembro de 2011, 19h00, Agrupamento de Escolas de Soure
Ficheiros secretos da Guerra Colonial: Alianças escondidas, mapas imaginados.
Bruno Sena Martins, Celso Braga Rosa e Maria Paula Meneses
13 de dezembro de 2011, 12h00, Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho, Montemor-o-Velho - Coimbra
Deficiência e exclusão social em Portugal
Aleksandra Berg, Bruno Sena Martins e Fernando Fontes
12 de dezembro de 2011, 10h20, Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho, Pereira - Coimbra
Deficiência e exclusão social em Portugal
Aleksandra Berg, Bruno Sena Martins e Fernando Fontes
5 de dezembro de 2011, 15h10 e 16h55, Escola Secundária Emídio Navarro de Viseu
Conhecer com o Corpo
Berta Teixeira
2 de dezembro de 2011, 13h40, Secundária João da Silva Correia, S.João da Madeira
Deficiência e exclusão social em Portugal
Aleksandra Berg, Bruno Sena Martins e Fernando Fontes


Notícias e Resultados

Agenda da visitas realizadas 2012/2013


26 de Julho
O Novo sítio do CES vai à Escola já se encontra em linha. Com uma nova imagem, o sítio do Ces Vai à Escola aloja uma plataforma onde os professores podem efetuar o agendamento de sessões. 

15 de Julho
O novo cartaz de divulgação do Ces vai à Escola já se encontra disponível. O novo cartaz será distribuído pela comunidade escolar. 

1 de Julho de 2013
O Ces vai à Escola recebeu uma visita técnica de uma comitiva da Universidade Federal Fluminense (UFF), Brasil, em representação da Pró-Reitoria da Extensão daquela universidade. A delegação constituída por 5 docentes daquela universidade, foi chefiada por Maria Lúcia Melo Teixeira de Souza, Substituta Eventual do Pró-Reitor. A visita deveu-se à identificação do Ces vai à Escola  por parte da Pro-Reitoria da Extensão, como um projeto inovador no domínio da extensão, e, portanto, prenhe de potencialidades para ser replicado noutros contextos institucionais. Em sentido contrário, a coordenação do Ces vai à Escola teve uma riquíssima oportunidade para conhecer mais do excelente trabalho que se tem feito na UFF, e no Brasil, no domínio das atividades de extensão.